
Pelo menos 30 casais homoafetivos devem se casar neste fim de semana. Isto porque na tarde deste sábado (11), Fortaleza promove a terceira edição do casamento coletivo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros). O evento acontece a partir das 17h no Estoril, na Praia de Iracema.
Idealizado pelo vereador Paulo Diógenes (PSD), o evento acontece anualmente na capital cearense. “é encorajador ver que, mesmo em um ano de tanto retrocesso, de tanta discriminação, a população LGBT não se intimidou e está fazendo valer um de seus direitos civis básicos conquistando com tanta batalha”, disse.
Para o secretário escolar Carlos Rocha, um dos noivos que se casará nesta tarde, a ansiedade é grande. “Estou muito feliz. Espero que sábado ocorra tudo como o planejado. Para nós, o casamento é afirmação da união de duas pessoas que se amam e querem construir uma vida juntos. E esse é um direito que nós temos, como qualquer outro casal”, afirmou.
Casamento inédito
Segundo o idealizador do evento, este ano, pela primeira vez, um homem trans irá participar da cerimônia coletiva. “É a primeira vez que teremos um transexual no casamento coletivo. E ele terá seu nome social respeitado e mencionado durante a cerimônia, o que representa um significativo avanço político”.
Serviço:
3º Casamento Civil Coletivo LGBT de Fortaleza
Data: 11 de junho
Horário: 17h
Local: Estoril (Rua dos Tabajaras, 397 – Praia de Iracema)
Mais informações: (85) 98913.8696 – (85) 3444.8306 – (85) 3452-2047
Cristãos italianos e ingleses trocam evangelho pelo “politicamente correto”.
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Uma decisão controversa da Igreja Católica tem gerado um grande debate na Itália. O instituto Caritas resolveu abrigar refugiados muçulmanos dentro da Igreja de Santo Antônio, na cidade de Ventimiglia. Com o início do Ramadã, período do ano mais sagrado para os islâmicos, os fiéis que chegavam para rezar no local foram obrigadas a fazê-lo em silêncio.
Os membros da Caritas, instituição de caridade católica que cuida dos refugiados, pediram que os cristãos não fizessem orações em voz alta. Afirmaram que eles deviam “respeitar” as pessoas de outra fé que estavam no local.
Depois que uma das paroquianas reclamou e pediu que os estrangeiros fossem levados para outra igreja, Don Rito, o padre local, tomou uma atitude impensável alguns anos atrás. Ele pediu que a fiel e os demais católicos presentes o acompanhassem até outra igreja próxima.
O trabalho da Caritas é focado em providenciar “asilo” as pessoas vindas do Oriente Médio e Norte da África, além de procura influenciar as políticas da União Europeia (UE). Atualmente, seus voluntários distribuem 600 refeições por dia para os imigrantes na pequena cidade de Ventimiglia.
Localizado na região norte, ela recebe em média mais de 50 africanos por dia vindos pelo mar. A maioria aguarda permissão para entrar na França. O prefeito da cidade, Enrico Ioculano, já declarou que esta é “uma situação insustentável”.
A decisão dos católicos em evitar essa “ofensa cultural” aos muçulmanos ocorreu duas semanas depois de uma declaração igualmente preocupante. O arcebispo Justin Welby, maior autoridade da igreja anglicana da Inglaterra, pediu que os imigrantes muçulmanos não fossem evangelizados.
Na ocasião ele pediu que os cristãos ingleses oferecessem “amor incondicional” e só falassem sobre sua fé caso fossem perguntados. Com movimentos similares na Alemanha e outros países, parece que a tendência na Europa é trocar o evangelho pelo “politicamente correto”. Com informações de Shoebat
Maioria dos pastores não acredita no arrebatamento antes da Tribulação
Questões escatológicas dividem opiniões
A maioria dos pastores acredita que Jesus vai voltar no futuro. Mas poucos estão de acordo sobre os detalhes do Apocalipse. Um terço dos líderes evangélicos esperam que os cristãos sejam arrebatados, ou levados para o céu ao encontro de Jesus, antes que comece o período da Grande Tribulação. Cerca de metade deles acredita que um falso messias conhecido como o Anticristo aparecerá em algum momento no futuro.
Estas são algumas das conclusões de uma nova pesquisa sobe a teologia do fim dos tempos promovida pelo Instituto LifeWay Research. Os estudiosos ouviram mil pastores, das principais denominações, incluindo luteranos, metodistas, batistas, presbiterianos, assembleianos e outros pentecostais.
Segundo Scott McConnell, vice-presidente da LifeWay, as questões teológicas do final dos tempos continuam sendo assuntos populares entre os fiéis. “A maioria das pessoas querem que o seu pastor pregue sobre o livro do Apocalipse e o fim do mundo”, diz ele. “Mas essa é uma tarefa complicada. Os pastores e os estudiosos muitas vezes discordam sobre como os acontecimentos relativos ao fim irão se desenrolar”.
McConnell entende que não é algo totalmente ruim que os pastores discordem sobre os detalhes do Apocalipse. A maioria concorda com os principais ensinamentos sobre a Segunda Vinda. Para ele, os outros detalhes não afetam diretamente a vida cotidiana da maioria dos cristãos.
O foco da pesquisa abordou três aspectos principais:
O momento do arrebatamento (1 Tessalonicenses 4: 15-17 e Mateus 24)
A natureza do Anticristo (1 João e 2 João e outros textos)
O milênio, quando Jesus reinará por 1.000 anos (Apocalipse 20: 1-10)
Arrebatamento é assunto que mais divide opiniões
Cerca de um terço (36%) dos pastores acredita no pré-tribulacionismo, ou seja, o arrebatamento antes da Grande Tribulação. Nesse cenário, os cristãos verdadeiros não passam pelo período de turbulência onde os que ficaram na terra sofrem grandes problemas. Um quarto dos pastores (25%) acredita que o arrebatamento não é literal.
Ao mesmo tempo, dezoito por cento acham que o arrebatamento acontecerá depois da tribulação (18%). Uma minoria defende que o arrebatamento já aconteceu (1%), ou que irá ocorrer durante a tribulação (4%), ou antes da ira de Deus ser derramada sobre a terra (4%). Um grupo não concorda com nenhum destes pontos de vista (8%), ou não tem certeza sobre o que vai acontecer (4%).
A maioria espera o Anticristo, mas discorda sobre datas
Os pesquisadores também descobriram diversos pontos de vista conflitantes sobre o Anticristo. Cerca de metade dos pastores (49%) dizem que o Anticristo é uma figura humana que vai surgir no futuro. Outros dizem que não há um Anticristo (12%), mas seria apenas uma personificação do mal (14%), ou de uma instituição (7%). Seis por cento dizem que o Anticristo já esteve aqui.
Pré-milenismo é comum
Os pastores também discordam sobre os detalhes do reino milenar. Cerca de metade (48%) acreditam no pré-milenismo, visão de que um reino de Cristo por 1.000 anos acontece no futuro. Quase um terço (31%) defende o amilenismo, ideia de que não há um milênio literal, mas sim que Jesus já governa os corações e mentes dos cristãos.
Um em cada 10 (11%) acredita no pós-milenismo, perspectiva de que o mundo irá gradualmente tornar-se mais cristão, até que Jesus volte.