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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Oriente Médio

Entenda em 10 minutos como nasceu a crise no Oriente Médio, que chegou à França
O que ocorre exatamente na Síria? De onde vêm mais de quatro milhões de refugiados? Foram essas perguntas que incentivaram o grupo #WhyMaps a…
FORBES.COM.BR
O que ocorre exatamente na Síria? De onde vêm mais de quatro milhões de refugiados? Foram essas perguntas que incentivaram o grupo #WhyMaps a fazer um vídeo, no começo de outubro, que explica em pouco mais de 10 minutos e 15 mapas a história da Síria e da região, que têm sido o centro das atenções do mundo neste ano, em grande parte graças ao grupo terrorista Estado Islâmico (Isis).

Em seu primeiro projeto, o Why Maps narra, em espanhol, história do Oriente Médio de forma didática, por meio de mapas. O vídeo vai da Mesopotâmia aos dias de hoje para tentar explicar por que a região é tão importante para o resto do mundo (dica: envolve petróleo) e como a Síria se tornou um país tão conturbado, marcado por conflitos armados, golpes de Estado e guerras civis.

VEJA TAMBÉM: Terroristas podem ter usado um PS4 para planejar os atentados em Paris

Embora tenha sido lançado no dia 8 de outubro, mais de um mês antes dos ataques terroristas à França, na última sexta-feira (13), o vídeo explica como o Estado Islâmico usa um antigo discurso para conseguir seguidores em uma luta contra o “Ocidente”.

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Além disso, o projeto tem um fundo social. Segundo o grupo, “qualquer benefício financeiro que o vídeo possa gerar será destinado à campanha síria Save The Children”.


AEROPORTO DE SOBRAL



Secretária de urbanismo Dra Gizella Gomes, e as engenheiras projetistas da empresa contratada para o elaboração do projeto do NOVO AEROPORTO DE SOBRAL.

Foto de Luciano Arruda.

Foto de Luciano Arruda.


Dras Fabiane e Morgana, visitando  a área declarada de utilidade pública pelo pref Clodoveu Arruda, para fins de realização do projeto. Até maio do ano que vem, teremos o projeto básico, e logo em seguida o projeto executivo para a realização da licitação do novo equipamento. 











Secretária de urbanismo Dra Gizella Gomes, e as engenheiras projetistas da empresa contratada para o elaboração do projeto do NOVO AEROPORTO DE SOBRAL.

Foto de Luciano Arruda.

Dras Fabiane e Morgana, visitando  a área declarada de utilidade pública pelo pref Clodoveu Arruda, para fins de realização do projeto. Até maio do ano que vem, teremos o projeto básico, e logo em seguida o projeto executivo para a realização da licitação do novo equipamento. 

MUÇULMANA NO CEARÁ

Ao tentar renovar a carteira nacional de habilitação (CNH), a cearense Camila Lemos, de 29 anos, passou por dificuldades na manhã e tarde desta quarta-feira (18). Muçulmana convertida, ela queria ser fotografada com o véu, segundo instrui sua religião. O acessório cobria a cabeça, o colo e pescoço da mulher. O rosto estava completamente à mostra. 

O Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE), no entanto, resistiu aos pedidos da moça, sob o argumento de que ter parte da cabeça coberta ia contra o protocolo. Após a diretoria do órgão analisar o caso, ela conseguiu a emissão da licença, já no fim do dia.

“Cheguei às 9h30min da manhã para renovar a carteira de habilitação. Primeiro, fui no Detran da (avenida) Santos Dumont. Disseram que não podia cobrir a cabeça na foto. Depois me mandaram para cá (sede da Maraponga) e também não estava dando certo”, desabafa a mulher, com dois filhos pequenos. Camila argumentou que suas amigas já tinham tirado foto com véu, sem problemas e questionou a norma do órgão. A espera por uma decisão durou mais de seis horas. Parte da demora, segundo os próprios servidores, ocorreu por ser horário de almoço da diretoria.

O diretor de CNH, Breno Leite, esclarece que não houve discriminação religiosa. Segundo ele, os funcionários apenas seguiram a cartilha do Conselho Nacional de Trânsito (Conatran). De acordo com Breno, os departamentos de trânsito são instruídos a não permitir que os condutores sejam fotografados com quaisquer itens de vestimenta que cubra o rosto ou a cabeça.

“Neste caso, a senhora Camila me mostrou que havia precedentes, como as carteiras de suas amigas. O problema é que temos que seguir as normas que acabam sendo feitas por órgãos que não lidam com essas questões no dia-a-dia. De forma alguma, houve discriminação religiosa, apenas tivemos de seguir o padrão”, explicou Breno.

O diretor disse ainda que casos como esses devem ser submetidos via requerimento à análise especial, que demora pelo menos três dias para ser concluída. Breno lembra que o Estado brasileiro garante liberdade religiosa, portanto, alguns casos, como o de Camila, devem ser analisados à luz da Constituição.

Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Ceará, (OAB-CE), Edimir Martins, faltou “bom senso do Detran”. “É claro que as normas devem ser seguidas, mas já que não cobria o rosto, era uma questão de sensibilidade”, afirma.

Breno prometeu levar o caso ao conselho do órgão para padronizar os atendimentos a casos como o das muçulmanas. Atualmente, passaportes e carteiras de identidade costumam respeitar o uso do véu muçulmano (chamado hijab), contanto que o indivíduo seja facilmente identificado pela fotografia. Elementos como óculos escuros e véus que cobrem todo o rosto não tendem a ser aceitos pelas autoridades brasileiras porque prejudicam a identificação das pessoas.

Nos Estados Unidos e Reino Unido, por exemplo, há entendimento de que homens e mulheres devem ser livres para usar turbantes, véus e outros símbolos religiosos que não atrapalhem a identificação. Outros países, como a França bane o uso desses artigos em lugares como escolas públicas, por exemplo.

JUMENTO TEM VALOR

Chineses querem importar do Brasil até 1 milhão de jumentos por ano, diz ministra - InfoMoney


Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/4412404/chineses-querem-importar-brasil-ate-milhao-jumentos-por-ano-diz

APOSENTADOS E PENSIONISTAS SEM REAJUSTES

Congresso mantém veto à extensão do reajuste do mínimo
Foi a segunda vitória do governo nesta semana; faltaram 46 votos para derrubar o veto

POR CRISTIANE JUNGBLUT 18/11/2015 15:44 / atualizado 18/11/2015 16:19
Congresso mantém veto à extensão do reajuste do mínimo a todos os aposentados - Ailton de Freitas / Agência O Globo

BRASÍLIA - Em mais uma vitória do governo, o Congresso manteve nesta quarta-feira o veto da presidente Dilma Rousseff à extensão do reajuste do salário mínimo a todos os benefícios do INSS, ou seja, a todos os aposentados e pensionistas. A derrubada deste veto causaria um rombo de R$ 9 bilhões, segundo estimativas do Ministério do Planejamento. Faltaram 46 votos para derrubar o veto. A oposição conseguiu 211 votos, mas são necessários pelo menos 257 votos para derrubar um veto. O veto foi mantido por 160 votos a favor, 211 pela derrubada e 12 abstenções. Como a Câmara manteve o veto, o Senado não precisou votar.

A oposição tentou adiar a sessão para impedir a manutenção do veto e entrou em obstrução e depois votou contra.

O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), ficou irritado com as estratégias da oposição de estender a discussão no plenário sobre um tumulto entre manifestantes que ocupam o gramado em frente ao Congresso. A sessão obteve quorum por volta das 12h30, mas apenas às 14h50 a votação do veto iniciou.
Sobre a discussão do veto, o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), pediu a derrubada do veto.

O presidente do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva (SP), criticou a política do governo para os aposentados.

— É lamentável que os partidos do governo não deem o direito do aposentado ter o salário. O aposentado que já tem seu salário corroído pelos salários — disse Paulinho.


O veto impede que a política de valorização do salário mínimo seja aplicada a todos os aposentados, o que daria ganho real (acima da inflação) aos aposentados que ganham acima do piso previdenciário. A política de valorização do mínimo prevê que o salário seja reajustado com base na inflação e no crescimento da economia (PIB) de dois anos anteriores. Essa fórmula é aplicada ao salário mínimo, que também é o piso do INSS. Para os aposentadores que ganham acima de um salário mínimo, é concedida apenas a inflação (INPC).

DESTAQUES

 

Cidades inteligentes são tema de debate no primeiro dia da EmTech Brasil

revolucionam o gerenciamento urbano
Pedro Junqueira e Erin Baumgartner no debate sobre cidades inteligentes, na 1ª edição da EmTech Brasil - Ana Branco
POR SÉRGIO MATSUURA 18/11/2015 12:35 / atualizado 18/11/2015 12:37
RIO - Eles são praticamente invisíveis, ficam escondidos ao olhar desatento, mas cada vez mais diferentes sensores são espalhados pelas cidades. A geolocalização de smartphones ajuda no controle do trânsito; o GPS da frota de ônibus permite racionalizar a distribuição das linhas; e a análise de amostras de esgoto fornece subsídios para políticas de saúde. A cada 36 horas, a Humanidade produz 5 exabytes de informações, o equivalente a toda produção do início da História até o começo do século XXI, e a análise desses dados está provocando uma revolução no gerenciamento urbano.
Inventor de drones domésticos está no Brasil para uma conferência
Prêmio ‘Inovadores com menos de 35 anos’, da MIT Technology Review, recebe inscrições de brasileiros de todas as regiões
‘Queremos fortalecer as relações com instituições brasileiras’, diz vice-presidente do MIT

— Resolver os problemas das cidades não é mais papel exclusivo de engenheiros civis — disse Erin Baumgartner, diretora adjunta do Senseable City Lab, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nesta quarta-feira, primeiro dia da EmTech Brasil 2015, conferência mundial de tecnologias emergentes promovida pela “MIT Technology Review”. — Nós estamos produzindo, coletando e compartilhando quantidades incríveis de dados.

Um dos projetos desenvolvidos no Senseable City Lab pretende reorganizar a frota de táxis em Nova York. Durante um ano, foram capturadas informações de 170 milhões de corridas. Com algoritmos, os pesquisadores descobriram que, em 90% dos casos, as viagens poderiam ser compartilhadas por duas pessoas.

— Se 90% das corridas podem ser compartilhadas, então pode-se diminuir o número de táxis em 45%. Isso teria um impacto significativo no trânsito de Nova York — disse Erin. — Nós mostramos para as pessoas o valor da economia em dólares e milhas percorridas.

Em outro experimento, pequenos transmissores de geolocalização foram incorporados em 3 mil artigos que foram jogados no lixo em Seattle. Dessa forma, os pesquisadores foram capazes de montar um mapa ilustrando o percurso dos rejeitos. Os resultados demonstraram a ineficiência do sistema e a dificuldade no tratamento do lixo eletrônico.

O laboratório liderado por Erin também está fazendo a análise de amostras de esgoto para fornecer informações para programas de saúde.

— Nós podemos analisar padrões de vírus, bactérias e compostos químicos. Podemos rastrear doenças antes de as pessoas apresentarem os sintomas — disse Erin.

Tudo isso está acontecendo em experimentos realizados no MIT, mas a aplicação prática da análise de big data pode ser vista em cidades de todo o mundo, incluindo o Rio de Janeiro. Pedro Junqueira, chefe executivo de Resiliência e Operações da Prefeitura, subiu ao palco da EmTech para mostrar a experiência carioca na gestão urbana inteligente. Entre os exemplos citados por Junqueira está a parceria com o Waze, que possibilita o melhor ordenamento do trânsito com base em informações geradas pelos próprios motoristas.
— O GPS dos ônibus nos permite visualizar em tempo real onde eles trafegam mais rápido e onde a velocidade é zero — disse Junqueira. – Recentemente tivemos uma greve e, pelos monitores, pudemos avaliar se as medidas de proteção de motoristas estavam surtindo efeito.

E, para o futuro próximo, a tendência é a instalação de ainda mais sensores. Erin, do Senseable City Lab, propõe a utilização dos postes de iluminação urbana para esse fim. Apenas nos EUA existem 26 milhões deles. Se cada um coletar dados sobre temperatura, CO2, acústica, campos gravitacionais, movimentação, entre outros, será possível compreender o espaço urbano de forma nunca antes imaginada.

— Nós teremos mapas de microclimas urbanos, escalas de odor, informações que ainda não existem — previu Erin.
PRÓXIMASensores e big data revolucionam o gerenciamento.

EXÉRCITO DE SOBRE-AVISO

Pela Primeira vez o General correponde ao chamado do cidadão brasileiro e fala de uma intervenção, e contas de outras ações que o exército teve que interferir,…
PENSABRASIL.COM