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sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Grendene garantiu que suas operações em Sobral não serão afetadas. Em entrevista, o diretor industrial da unidade, Nelson Rossi, afirmou que a empresa já vinha se articulando com outros mercados internacionais, reduzindo a dependência do mercado norte-americano.

 Mesmo diante do anúncio recente do governo dos Estados Unidos sobre a elevação de tarifas de importação — o chamado “tarifaço” —, a 

“Nosso planejamento estratégico sempre considerou a diversificação. Estamos presentes em mais de 90 países e seguimos atentos às movimentações do comércio global. Por isso, o tarifaço não terá impacto direto sobre nossas operações”, explicou Rossi.

Expansão e geração de empregos

Além de reforçar a resiliência da empresa frente aos desafios internacionais, o diretor industrial anunciou uma notícia positiva para a economia local: a abertura de cerca de 300 novas vagas nos próximos meses.

“Mesmo com os desafios do cenário global, seguimos investindo em Sobral. Nossa planta aqui é estratégica, e vamos continuar fortalecendo nossa presença na região”, afirmou.

Rossi também fez questão de destacar que não haverá demissões — uma sinalização clara do compromisso da Grendene com a estabilidade e o desenvolvimento econômico do município.

Grendene e Sobral: uma parceria sólida

Com mais de duas décadas de atuação em Sobral, a Grendene é uma das maiores empregadoras da região e referência no setor calçadista brasileiro. A decisão de seguir expandindo sua operação local, mesmo em um cenário internacional desafiador, reforça a importância estratégica de Sobral no plano de crescimento da companhia.

Informações: Rubens Lima

Plebiscito Popular em Sobral sindsems

 

SINDSEMS intensifica participação no 

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Nesta semana, o SINDSEMS esteve presente em diferentes espaços de Sobral para dialogar com a população e ampliar a participação no Plebiscito Popular. Na terça-feira (12), o presidente Gilcélio Paiva e o secretário-geral Gerlan Dias participaram de atividade na Escola de Ensino Médio Dr. João Ribeiro Ramos, a convite dos professores Antonio Luiz e Sandra Chaves. A ação envolveu diálogo com a comunidade escolar e coleta de votos sobre pautas como a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o fim da escala 6x1 e a isenção de imposto de renda para rendas de até R$ 5 mil, com maior taxação para rendas acima de R$ 50 mil.


Na quarta-feira (13), a equipe do sindicato esteve nos PSF’s I e II do bairro Terrenos Novos, com a presença do presidente Gilcélio Paiva e dos diretores Carvalho Neto, Liduina Pontes e Gerlan Dias. Já na quinta-feira (14), a mobilização chegou ao CSF Novo Recanto, com a participação do presidente, da vice-presidente Mousiely Soares e dos diretores Carvalho Neto, Darck Farrapo, Gerlan Dias e Liduina Pontes. Em todos os locais, a recepção foi acolhedora e reforçou a importância da mobilização nacional. Quem ainda não votou pode participar na urna fixa disponível na sede do SINDSEMS, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Mais Médicos no Brasil, cubano volta a atuar no Brasil após decisão da Justiça

 Após o fim 

Yaser Herrera, médico cubano de 37 anos, conseguiu na Justiça uma liminar que permite seu retorno temporário ao trabalho no sistema público de saúde brasileiro, mesmo após o encerramento do programa Mais Médicos. Ele não teve o diploma revalidado e não possui contrato direto com o Ministério da Saúde, o que mantém sua situação profissional indefinida.

Herrera chegou ao Brasil em 2017, selecionado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), e atuou por quase dois anos em uma Unidade Básica de Saúde em São Gabriel, no Rio Grande do Sul. Na época, recebia R$ 2,9 mil por mês, valor inferior ao total repassado pelo governo brasileiro ao governo cubano, que era de R$ 11,5 mil. A diferença salarial levou médicos cubanos a acionarem a Justiça.

Após o fim abrupto do programa em 2018, motivado por críticas do então presidente Jair Bolsonaro à formação dos médicos cubanos, muitos profissionais retornaram a Cuba. Herrera decidiu permanecer no Brasil, atuando na área de estética até obter a decisão judicial que lhe permitiu voltar a exercer a medicina no país.

A autorização é temporária e depende da revalidação do diploma para que ele possa continuar atuando de forma definitiva.

Com informações do portal G1.