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terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

Prefeitura de Sobral e Lassa Laticínios articulam projeto de expansão que pode gerar 140 novos empregos diretos e mais de 500 ao longo da cadeia produtiva

A cadeia produtiva do leite deve ganhar um importante incentivo no município de Sobral. O prefeito Oscar Rodrigues recebeu nesta terça-feira, 18, diretores da Lassa Laticínios para a apresentação de um projeto de ampliação da fábrica que pretende gerar 140 novos empregos diretos na indústria, devido ao aumento da capacidade, além de mais de 500 novos empregos distribuídos ao longo da cadeia produtiva. 

A expansão também gerará emprego e renda nos distritos com a criação de bases e a compra de 16 tanques de resfriamento de leite. “A Lassa é uma empresa histórica, um patrimônio de Sobral e a nova expansão da fábrica vai gerar muitos empregos, inclusive nos distritos, estabelecendo postos de captação”, ressaltou o prefeito. 

O setor lácteo é um dos que mais emprega no Brasil e tem grande impacto no Produto Interno Bruto (PIB) nacional. No entanto, até o momento, os investimentos da Lassa ocorreram principalmente fora de Sobral, devido à falta de apoio por parte de administrações anteriores.

O diretor da Lassa, Moacir Feijão Filho, destacou a importância do projeto para o município. “Esse projeto de expansão da nossa empresa vai beneficiar o município e a cadeia produtiva nas regiões circunvizinhas. Quero agradecer ao prefeito e ao seu secretariado por nos ter recebido e acolhido neste novo sonho de construir uma cidade melhor para todos os sobralenses”, ressaltou.

O secretário da pecuária (Sepec), Emerson Pinto Moreira, destacou que o impacto da criação de empregos será amplo porque a ampliação da cadeia produtiva beneficiará não apenas os produtores de leite, mas todos os setores que trabalham de forma direta ou indireta com a indústria láctea. “Com todo o apoio da prefeitura, vamos incentivar ainda mais a cadeia produtiva do leite, trazendo novamente Sobral ao cenário de bovinocultores de leite”, destaca.

Estiveram presentes ainda na reunião os secretário da Agricultura (SEAGRI), Rodrigo Dias, de Conservação e Serviços Públicos (SECESP), Sidcley Tavares, de Desenvolvimento Econômico (SDE), Luís Henrique Mota Magalhães, o vereador Sidcley Filho, os diretores da Lassa, Zuleika Feijão e Moacir Feijão Neto, além de outras autoridades.

*Lassa Laticínios*

Empresa cearense estabelecida em Sobral desde 1969, a Lassa Laticínios consolidou-se como a segunda usina de laticínios do estado do Ceará e pioneira na região Norte do estado. Desde 2018, a empresa passou por um processo de modernização e crescimento estratégico, impulsionado por uma nova gestão administrativa. O avanço incluiu a implantação de novas linhas de produção, a aquisição de máquinas e equipamentos de última geração, além da renovação da frota de veículos, garantindo maior eficiência operacional e qualidade nos produtos.

CENTRO DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA VILA UNIÃO 2025

 


Emendas parlamentares 2025

 


Sobral localizado no Ceará, gasolina está quase 7,00 e em outras cidades e principalmente Fortaleza está bem melhor o preço.

  Porque será mesmo? Não o mesmo imposto para todos! 




defesa dos suspeitos, representada pela @defensoriaceara, pediu pela concessão de liberdade provisória, com aplicação de medidas cautelares - como monitoramento por tornozeleira eletrônica e recolhimento domiciliar noturno.

 A  O @mpdoceara e o @tjceoficial negaram e decretaram a prisão preventiva dos criminosos. Segundo a



Defensoria Pública, os suspeitos possuem residência fixa, o que contraria a informação da Polícia Civil do Ceará (PCCE) que eles eram "andarilhos" (não tinham residência fixa). A Defensoria alegou que Francisco Márcio "é pai de 6 filhos menores de idade, sendo um deles portador de deficiência, que dependem de seus cuidados", "é primário e sem antecedentes criminais" e

"colaborou com as investigações, indicando inclusive o local onde estava o corpo da vítima". Entretanto, Francisco Márcio Freire já foi condenado por roubo e responde a um processo por violência doméstica, segundo a decisão judicial do 3° Núcleo Regional de Custódia e das Garantias. Sobre Francisco Teodosio, a Defensoria sustent

a “lenda do Castanhão”, há várias décadas, era propagada no país. Mas, para que o passo concreto fosse dado em 1995, 6 anos antes, um cearense, ao ocupar interinamente o posto de presidente da República, foi estratégico na garantia tanto da autorização da obra, como dos recursos iniciais.

18 de Fevereiro de 2025 - 07:00
(Atualizado às 10:58)
Paes A ideia de construção do Castanhão já era cogitada desde 1910, mas no período mais recente, foi desde 1985 que o projeto começou a tomar forma. Contudo, naquele mesmo ano, após representantes do Governo Federal visitarem o Ceará na tentativa de pactuar essa obra e isso gerar uma intensa mobilização popular, sobretudo, de Jaguaribara - cidade que seria inundada pela barragem -, o projeto perdeu¹ forças, embora não tenha sido abandonado. Andrade na presidência do Brasil

O político cearense responsável por esse avançar do Castanhão foi um advogado, nascido na cidade de Mombaça e uma liderança representativa do então PMDB (hoje, MDB). Ele foi deputado federal de 1963 a 1999 e entre 15 de fevereiro de 1989 a 2 de fevereiro de 1991 presidiu a Câmara dos Deputados.

Em novembro de 1995, quando representantes tanto do governo federal como da gestão estadual assinaram, no Ceará, a ordem de serviço para a construção do maior açude do Brasil, o Castanhão, muitas polêmicas, tensões, planos e debates já haviam mobilizado a classe política e a sociedade civil não só no Estado, mas, sobretudo, nele.

Àquela altura,  Esse feito marca a história de Antônio Paes de Andrade.

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Em setembro de 1985, o então ministro do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, Flávio Peixoto, chegou a deslocar-se até Fortaleza para assinar o convênio para elaboração dos estudos de relocalização da cidade de Jaguaribara e a de construção do Castanhão. Mas, devido às intensas reações contrárias à obra, a assinatura não ocorreu. O governador Gonzaga Mota, à época, chegou a afirmar que a ideia não prosseguiria.

Após visitar o Vale do Jaguaribe por 4 dias, no fim de janeiro de 2025, o Diário do Nordeste publicou nesta semana uma série de reportagens reconstituindo a história que conecta o Castanhão, a maior barragem do Brasil, e Jaguaribara, cidade que deu lugar ao açude. As matérias abordam a mobilização, tensões e memórias dessa relação que, após mais de 30 anos, guarda um misto de percepções: o êxito de morar na primeira cidade planejada do Ceará e a saudade da antiga sede, típica do interior e margeada pelo Rio Jaguaribe.


Nesse tempo, muitas foram as discussões, as pressões, os protestos e as cobranças. Do interior do Ceará a Brasília, era possível observar debates mobilizados contra e a favor da obra de dimensões gigantescas. Em maio de 1988, o presidente da República, José Sarney, autorizou o cearense, ministro da Irrigação e ex-prefeito de Fortaleza, Vicente Fialho, a iniciar as ações para a construção da barragem.

Na época, o presidente atendeu ao apelo de parlamentares cearenses e indicou que o ministro desse prosseguimento à busca de um empréstimo internacional para viabilizar a obra.

Mas, foi somente em 13 de julho 1989, quando o deputado federal cearense Paes de Andrade assumiu pela 5ª vez a presidência da República, em uma das viagens internacionais do presidente José Sarney, que a obra ganhou status de oficial.

O presidente em exercício, que havia assumido o cargo por presidir a Câmara Federal, autorizou o Ministério da Agricultura a lançar a licitação para a construção do Castanhão. Além de oficializar esse início, o político cearense também determinou que no orçamento de 1990 fosse assegurado recurso para a obra.

A intervenção começou efetivamente só em 16 de novembro de 1995, no governo Fernando Henrique Cardoso. Na época, a previsão de término era 1999, mas foi entregue em 2002, nos últimos dias da gestão de Fernando Henrique.



Groairas Adolescente de 17 anos é apreendido por assassinato de motorista em Groaíras; foragido também foi capturado*


 

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porte de maconha para uso pessoal e fixou a quantidade de 40 gramas para diferenciar usuários de traficantes.⁠

 O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, manter a íntegra da decisão em que descriminaliza,

 

A decisão do Supremo não legaliza o porte de maconha. O porte para uso pessoal continua como comportamento ilícito, ou seja, permanece proibido fumar a droga em local público.⁠

O STF julgou a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006). Para diferenciar usuários e traficantes, a norma prevê penas alternativas de prestação de serviços à comunidade, advertência sobre os efeitos das drogas e comparecimento obrigatório a curso educativo.⁠


Fonte: O Povo Online