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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
GIGANTES

Esta ossada foi escondida do mundo por um pais de primeiro mundo para não acreditarmos no que a bíblia nos fala! A bíblia nos relata que esses gigantes realmente existiram! gêneses cap 04;04 e em 1 Samuel 17;03 e também o gigante lami irmão da golias 1 cronicas 20;05! por favor compartilhem antes que essa imagem seja censurada´
MARIANA
O alto Comissário da ONU para Direitos Humanos usou seu discurso anual aos governos em Genebra para destacar o desastre em Minas Gerais
WWW.NOTICIASAOMINUTO.COM.BR
NATAL INICIATIVA SOLIDÁRIA NO TAMARINDO
Plantão Alerta - MORADORES DO BAIRRO DO TAMARINDO ENFEITA A PRACINHA DO BAIRRO
Depois do sucesso do Bairro Pedrinhas, comunidade do Bairro do Tamarindo enfeita a pracinha do Bairro, as luzes foram instaladas no dia de 12 de dezembro de 2015.
Depois do sucesso do Bairro Pedrinhas, comunidade do Bairro do Tamarindo enfeita a pracinha do Bairro, as luzes foram instaladas no dia de 12 de dezembro de 2015.
PLANTAOALERTA.COM|POR CLEVIS OLIVEIRA
OPERAÇÃO CATILINÁRIAS LAVA JATO
Residência oficial do presidente da Câmara dos Deputados, no Lago Sul, está isolada por três viaturas. PF cumpre mandados pela operação Lava Jato
METROPOLES.COM
PF faz buscas na casa de Cunha e na Câmara; 2 ministros e 2 senadores também são alvo
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21/08/2015
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há 1 minuto
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20/08/2015
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06/05/2015
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
NOVIDADES
WhatsApp e crise derrubam número de linhas de celular
CELULAR 14/12/2015
Em seis meses, 10 milhões de linhas foram canceladas. Crise, redução de custo da chamada entre operadoras e mais uso de dados são causas
Em apenas seis meses, 10 milhões de linhas de celular foram canceladas no país. Inédita crescente mercado de telefonia móvel, a queda foi divulgada no começo de dezembro pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), cujos dados mostram que, de maio de 2015 a outubro, o número de acessos de telefonia móvel caiu de 284 milhões para 274 milhões, um decréscimo de quase 4%.
De acordo com Eduardo Levy, presidente da Federação Brasileira de Telecomunicações (Febratel), há uma combinação de razões para o movimento decrescente. “É preciso considerar a redução do preço adicional por ligações entre operadoras diferentes, a migração de voz para dados, o aumento de encargos e a situação econômica do país”, diz ele. “Tudo isso faz com que as empresas adaptem seus negócios”.
Um dos principais fatores da diminuição, segundo as operadoras, é a redução da base de usuários do mercado pré-pago justamente aquele que puxou a queda apontada pela Anatel. Embora não gerem receita, as linhas ociosas continuam a gerar custos operacionais e encargos paras as empresas de telefonia. Cortá-las com mais rigor significa redução de gastos.
É a Anatel que estabelece as diretrizes básicas para cancelar a linha de usuários inativos: atualmente, são necessários 90 dias de ociosidade para que isso aconteça. Mas são as operadoras que ajustam a régua de corte de acordo com suas políticas. Em tempos de bonança, era comum que empresas engordassem suas bases mantendo a conexão de usuários que fizessem até mesmo uma única ligação não tarifada. Durante crise econômica, elas aceleram o desligamento até os limites permitidos pela agência reguladora.
WhatsApp
Embora a crescente adoção de planos de dados seja contabilizada pela Anatel no número total de acessos de telefonia móvel, a tendência de aumento também pode resultar em curvas negativas. Isso porque o uso de aplicativos como WhatsApp dão a liberdade para que o usuário fale, pelo mesmo preço, com assinantes de diversas operadoras e evite o custo adicional das taxas de interconexão, incidentes em ligações de uma empresa para outra.
Quanto mais as pessoas usam o plano de dados, menos precisam ter uma segunda ou terceira linha. É o que o diretor de varejo da Oi, Bernardo Winik, chama de consolidação de chips. “Esse movimento já começou no Brasil há algum tempo, com o uso de aplicativos”, diz ele. ‘A tendência é que ele continue na medida que se ofereçam planos de dados”.
Para o executivo da Oi, a queda apontada pela Anatel não é necessariamente ruim, senão uma redistribuição de receita. ‘Antes o usuário gastava um tanto em duas ou três operadoras. Agora, ele gasta o mesmo tanto em uma única. Nós observamos que, em média, as pessoas gastam R$ 50 em telefonia. Queremos que elas gastem toda essa quantia conosco”.
Além disso, há a resolução da Anatel de diminuir gradualmente o preço cobrado pelas serviços entre operadoras até 2019. Conforme o custo diminui, os usuários tenderiam a não mais precisar de vários chips para aproveitar preços mais baixos.
Para Wink, tudo isso representa a necessidade de adaptação. Questionado se as operadores deveriam considerar aplicativos como o WhatsApp como inimigo, ele respondeu que “não adianta remar contra a maré”. “Concordamos com nossos concorrentes quando eles dizem que é preciso haver simetria regulatória. Não é justo que tenhamos tantas obrigações e os aplicativos, nenhuma. Mas não vamos proibir nosso usuários de usá-los”. (da Folhapress)
Números
4% foi a queda no número de linhas de telefonia celular entre maio e outubro
Em apenas seis meses, 10 milhões de linhas de celular foram canceladas no país. Inédita crescente mercado de telefonia móvel, a queda foi divulgada no começo de dezembro pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), cujos dados mostram que, de maio de 2015 a outubro, o número de acessos de telefonia móvel caiu de 284 milhões para 274 milhões, um decréscimo de quase 4%.
De acordo com Eduardo Levy, presidente da Federação Brasileira de Telecomunicações (Febratel), há uma combinação de razões para o movimento decrescente. “É preciso considerar a redução do preço adicional por ligações entre operadoras diferentes, a migração de voz para dados, o aumento de encargos e a situação econômica do país”, diz ele. “Tudo isso faz com que as empresas adaptem seus negócios”.
Um dos principais fatores da diminuição, segundo as operadoras, é a redução da base de usuários do mercado pré-pago justamente aquele que puxou a queda apontada pela Anatel. Embora não gerem receita, as linhas ociosas continuam a gerar custos operacionais e encargos paras as empresas de telefonia. Cortá-las com mais rigor significa redução de gastos.
É a Anatel que estabelece as diretrizes básicas para cancelar a linha de usuários inativos: atualmente, são necessários 90 dias de ociosidade para que isso aconteça. Mas são as operadoras que ajustam a régua de corte de acordo com suas políticas. Em tempos de bonança, era comum que empresas engordassem suas bases mantendo a conexão de usuários que fizessem até mesmo uma única ligação não tarifada. Durante crise econômica, elas aceleram o desligamento até os limites permitidos pela agência reguladora.
Embora a crescente adoção de planos de dados seja contabilizada pela Anatel no número total de acessos de telefonia móvel, a tendência de aumento também pode resultar em curvas negativas. Isso porque o uso de aplicativos como WhatsApp dão a liberdade para que o usuário fale, pelo mesmo preço, com assinantes de diversas operadoras e evite o custo adicional das taxas de interconexão, incidentes em ligações de uma empresa para outra.
Quanto mais as pessoas usam o plano de dados, menos precisam ter uma segunda ou terceira linha. É o que o diretor de varejo da Oi, Bernardo Winik, chama de consolidação de chips. “Esse movimento já começou no Brasil há algum tempo, com o uso de aplicativos”, diz ele. ‘A tendência é que ele continue na medida que se ofereçam planos de dados”.
Para o executivo da Oi, a queda apontada pela Anatel não é necessariamente ruim, senão uma redistribuição de receita. ‘Antes o usuário gastava um tanto em duas ou três operadoras. Agora, ele gasta o mesmo tanto em uma única. Nós observamos que, em média, as pessoas gastam R$ 50 em telefonia. Queremos que elas gastem toda essa quantia conosco”.
Além disso, há a resolução da Anatel de diminuir gradualmente o preço cobrado pelas serviços entre operadoras até 2019. Conforme o custo diminui, os usuários tenderiam a não mais precisar de vários chips para aproveitar preços mais baixos.
Para Wink, tudo isso representa a necessidade de adaptação. Questionado se as operadores deveriam considerar aplicativos como o WhatsApp como inimigo, ele respondeu que “não adianta remar contra a maré”. “Concordamos com nossos concorrentes quando eles dizem que é preciso haver simetria regulatória. Não é justo que tenhamos tantas obrigações e os aplicativos, nenhuma. Mas não vamos proibir nosso usuários de usá-los”. (da Folhapress)
Números
4% foi a queda no número de linhas de telefonia celular entre maio e outubro
DESTAQUES NA ADEPTO
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POSTOS DE COMBUSTÍVEIS FRAUDAM

976.096 visualizações
Jornal da Band
Fiscais comprovam denúncia do Jornal da Band e lacram bomba em posto de combustíveis.
BOLSA FAMÍLIA ATUALIZAÇÃO CADASTRAL

Beneficiários do Bolsa Família que estão há mais de dois anos sem atualizar seus dados no Cadastro Único precisam fazê-lo até sexta-feira (18). As famílias nessa situação devem procurar o setor responsável pelo programa na sua cidade.
Em 2015, foram convocadas mais de 1,8 milhão de famílias que não atualizavam o cadastro desde 2012. Todas receberam avisos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) no extrato de pagamento do Bolsa Família e foram informadas por cartas. O beneficiário que não atualiza os dados pode ter o benefício bloqueado e, depois, cancelado.
domingo, 13 de dezembro de 2015
MOVIMENTO PRÓ IMPEACHMENT NO BRASIL DIA 13

103.918 visualizações
O Brasil Acordou
CURTA --► O Brasil Acordou ◄---
ATENÇÃO BRASIL - A GLOBO IRÁ DIZER QUE FORAM POUCOS
então nós mostramos a verdade, veja como está São Paulo e compartilhem para que o Brasil veja
então nós mostramos a verdade, veja como está São Paulo e compartilhem para que o Brasil veja
Guerras no Oriente Médio são sinais do apocalipse, creem evangélicos
Pesquisa mostra que 81% dos evangélicos creem que Cristo voltará em breve
por Jarbas Aragão
Quase oito em cada 10 evangélicos dizem acreditar que as guerras religiosas que ocorrem no Oriente Médio são uma indicação que o arrebatamento está no horizonte. É isso que aponta uma nova pesquisa divulgada na última sexta o Instituto Brookings.
A instituição monitora a política do Oriente Médio e fez uma pesquisa em diferentes estados americanos. Questionados sobre a situação atual do mundo, 79% dos que se identificam como evangélicos dizem acreditar “que a violência atual em todo o Oriente Médio é um sinal que o fim dos tempos está mais perto.”
Entre os entrevistados que afirmam ser cristãos, mas não evangélicos (católicos e não praticantes), apenas 43% acredita que o quadro atual é um indicativo do apocalipse. A margem de erro é de 3%, para mais ou para menos.
Susan Glasser, que coordena o núcleo de política externa do Instituto, afirma: “Esses números são muito marcantes, pois se encaixam com a teologia do final dos dias que as pessoas dizem acreditar”.
A pesquisa também indica que 72% dos cristãos em geral e 81% dos evangélicos creem que Cristo voltará em breve, mas não tem certeza de quando isso vai acontecer. Para 5% de cristãos em geral e 12% dos evangélicos, Cristo retornará enquanto eles estiverem vivos.
Além disso, 75% dos evangélicos e 55% de cristãos em geral entendem que para Cristo voltar, “algumas coisas precisam acontecer em Israel antes”.
Diante da afirmação “Para o arrebatamento ou Segunda Vinda ocorrer, é essencial que o atual Estado de Israel tome posse de todas as terras que foram prometidas ao Israel bíblico do Antigo Testamento”, 63% dos evangélicos e 51% de cristãos em geral concordam com ela.
Na mesma pesquisa, quando questionado sobre o “líder mundial que você mais admira”, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu foi o mais citado pelos evangélicos (16%).
Os dados da pesquisa do Instituto Brookings foram debatidos no Carnegie Endowment for International Peace, em Washington esta semana. Shibley Telhami, uma das painelistas é membro da Brookings. Ela disse à plateia que os evangélicos nem sempre foram tão favoráveis a Israel e aos judeus, mas que isso vem mudando nas últimas décadas. Com informações de Christian Post
por Jarbas Aragão

A instituição monitora a política do Oriente Médio e fez uma pesquisa em diferentes estados americanos. Questionados sobre a situação atual do mundo, 79% dos que se identificam como evangélicos dizem acreditar “que a violência atual em todo o Oriente Médio é um sinal que o fim dos tempos está mais perto.”
Entre os entrevistados que afirmam ser cristãos, mas não evangélicos (católicos e não praticantes), apenas 43% acredita que o quadro atual é um indicativo do apocalipse. A margem de erro é de 3%, para mais ou para menos.
Susan Glasser, que coordena o núcleo de política externa do Instituto, afirma: “Esses números são muito marcantes, pois se encaixam com a teologia do final dos dias que as pessoas dizem acreditar”.
A pesquisa também indica que 72% dos cristãos em geral e 81% dos evangélicos creem que Cristo voltará em breve, mas não tem certeza de quando isso vai acontecer. Para 5% de cristãos em geral e 12% dos evangélicos, Cristo retornará enquanto eles estiverem vivos.
Além disso, 75% dos evangélicos e 55% de cristãos em geral entendem que para Cristo voltar, “algumas coisas precisam acontecer em Israel antes”.
Diante da afirmação “Para o arrebatamento ou Segunda Vinda ocorrer, é essencial que o atual Estado de Israel tome posse de todas as terras que foram prometidas ao Israel bíblico do Antigo Testamento”, 63% dos evangélicos e 51% de cristãos em geral concordam com ela.
Na mesma pesquisa, quando questionado sobre o “líder mundial que você mais admira”, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu foi o mais citado pelos evangélicos (16%).
Os dados da pesquisa do Instituto Brookings foram debatidos no Carnegie Endowment for International Peace, em Washington esta semana. Shibley Telhami, uma das painelistas é membro da Brookings. Ela disse à plateia que os evangélicos nem sempre foram tão favoráveis a Israel e aos judeus, mas que isso vem mudando nas últimas décadas. Com informações de Christian Post
CASAMENTO DE MULHERES OFICIALIZADO
13/10/2015 - 19:00 - Atualizado em 13/10/2015 - 18:27
"Somos uma família. Nossa união é fruto de amor", diz uma das noivas.
por Jarbas Aragão#maislidasdasemana
Com a legalização do casamento gay pelo STF em 2013, muito se especulou qual seria o “próximo passo” do reconhecimento de relacionamentos fora do padrão tradicional.
Mesmo com pouco alarde, a poligamia (ou poliamor, como prefere a mídia) atingiu o mesmo status este mês no Brasil. O Rio de Janeiro é o primeiro estado a reconhecer em cartório o relacionamento de três mulheres.
O 15º Ofício de Notas do Rio, na Barra, registrou a união estável de uma empresária, de 32 anos, uma dentista, também de 32, e uma gerente administrativa, de 34.
Com isso, elas dão início agora a um precedente jurídico. Embora não tenham divulgado seus nomes, a advogada Fernanda de Freitas Leitão, tabeliã do 15º Ofício, confirma o fato.
Ela explicou os benefícios desse tipo de união: “Pleitear pensão previdenciária, admissão no plano de saúde e declaração conjunta do Imposto de Renda. Além disso, é possível estabelecer direitos patrimoniais. Porém, depois de lavrada a escritura de união poliafetiva, não é garantido que ela produzirá os efeitos pretendidos nos órgãos competentes”.
Ou seja, elas possuem agora uma união que inclui testamentos de bens. Oficialmente elas possuem um precedente jurídico. Sua luta agora é para que isso conste da certidão de nascimento da criança que elas pretendem ter. Já se preparam para recorrer à justiça assim que a empresária engravidar, o que deve acontecer em 2016. Elas desejam que a criança tenha os sobrenomes das três.
“Somos uma família. Nossa união é fruto de amor. Vou engravidar, e estamos nos preparando para isso, inclusive, financeiramente. A legalização é uma forma de a criança e de nós mesmas não ficarmos desamparadas. Queremos usufruir os direitos de todos, como a licença-maternidade”, afirmou a empresária ao jornal O Globo.
As três dizem que vivem em um apartamento de três quartos, mas dormem todas juntas na mesma cama.
A divulgação desse caso ocorre em um momento onde existe uma grande pressão para que a presidente Dilma Rousseff vete o chamado “Estatuto da Família” – projeto de lei 6583/13. A iniciativa, aprovada em comissão especial na Câmara Federal, é uma iniciativa da bancada evangélica.
O texto define a família como a união entre homem e mulher por meio de casamento ou união estável, ou a comunidade formada por qualquer um dos pais junto com os filhos. O projeto apenas reforma a Constituição Federal, que usa esses termos para definir família no artigo 226.
Os movimentos gays tem pressionado para que o Estatuto não se torne lei. Para isso, contam com o apoio das deputadas petistas Erika Kokay (PT-DF) e Maria do Rosário (PT-RS) – e dos deputados Jean Wyllys (PSol-RJ), Glauber Braga (PSol-RJ) e Bacelar (PTN-BA). Eles tem feito uma mobilização, recolhendo assinaturas para apresentar recurso para que o Projeto de Lei seja votado (e vetado) pela Câmara.
"Somos uma família. Nossa união é fruto de amor", diz uma das noivas.
por Jarbas Aragão#maislidasdasemana
Mesmo com pouco alarde, a poligamia (ou poliamor, como prefere a mídia) atingiu o mesmo status este mês no Brasil. O Rio de Janeiro é o primeiro estado a reconhecer em cartório o relacionamento de três mulheres.
O 15º Ofício de Notas do Rio, na Barra, registrou a união estável de uma empresária, de 32 anos, uma dentista, também de 32, e uma gerente administrativa, de 34.
Com isso, elas dão início agora a um precedente jurídico. Embora não tenham divulgado seus nomes, a advogada Fernanda de Freitas Leitão, tabeliã do 15º Ofício, confirma o fato.
Ela explicou os benefícios desse tipo de união: “Pleitear pensão previdenciária, admissão no plano de saúde e declaração conjunta do Imposto de Renda. Além disso, é possível estabelecer direitos patrimoniais. Porém, depois de lavrada a escritura de união poliafetiva, não é garantido que ela produzirá os efeitos pretendidos nos órgãos competentes”.
Ou seja, elas possuem agora uma união que inclui testamentos de bens. Oficialmente elas possuem um precedente jurídico. Sua luta agora é para que isso conste da certidão de nascimento da criança que elas pretendem ter. Já se preparam para recorrer à justiça assim que a empresária engravidar, o que deve acontecer em 2016. Elas desejam que a criança tenha os sobrenomes das três.
“Somos uma família. Nossa união é fruto de amor. Vou engravidar, e estamos nos preparando para isso, inclusive, financeiramente. A legalização é uma forma de a criança e de nós mesmas não ficarmos desamparadas. Queremos usufruir os direitos de todos, como a licença-maternidade”, afirmou a empresária ao jornal O Globo.
As três dizem que vivem em um apartamento de três quartos, mas dormem todas juntas na mesma cama.
A divulgação desse caso ocorre em um momento onde existe uma grande pressão para que a presidente Dilma Rousseff vete o chamado “Estatuto da Família” – projeto de lei 6583/13. A iniciativa, aprovada em comissão especial na Câmara Federal, é uma iniciativa da bancada evangélica.
O texto define a família como a união entre homem e mulher por meio de casamento ou união estável, ou a comunidade formada por qualquer um dos pais junto com os filhos. O projeto apenas reforma a Constituição Federal, que usa esses termos para definir família no artigo 226.
Os movimentos gays tem pressionado para que o Estatuto não se torne lei. Para isso, contam com o apoio das deputadas petistas Erika Kokay (PT-DF) e Maria do Rosário (PT-RS) – e dos deputados Jean Wyllys (PSol-RJ), Glauber Braga (PSol-RJ) e Bacelar (PTN-BA). Eles tem feito uma mobilização, recolhendo assinaturas para apresentar recurso para que o Projeto de Lei seja votado (e vetado) pela Câmara.
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