Sob a administração de Fabiano Silva dos Santos, a estatal registrou um prejuízo recorde de R$ 3,2 bilhões em 2024, o que, somado à centralização dos serviços de Recursos Humanos em Minas Gerais, resultou em falhas no sistema de pagamento e protestos em São Paulo, levando sindicatos a cogitarem ações judiciais contra a empresa.
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