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Facebook muda avatar para homenagear mortos em ataque terrorista em Paris | Notícias
A extensão “Atentado em Paris” estava disponível poucas horas após o ataque que matou pelo menos 140 pessoas.
O Facebook lançou ontem à noite um dispositivo que permite que usuários se marquem como pessoas que estão a salvo na França. A extensão “Atentado em Paris”estava disponível poucas horas após o ataque que matou pelo menos 140 psesoas. Com um clique, o usuário envia mensagem aos amigos da rede social avisando que está bem.
A ferramenta trouxe alento à russa L.B (nome preservado), de 25 anos, que mora em Paris há dois anos. “É muito eficiente. Metade dos meus amigos já fez o check-in e vi que estão a salvo. É assustador porque costumamos frequentar aquela área o tempo todo, para sair ou apenas nos encontrarmos. É cheio de jovens por ali”, relata.
Exclusivo. Relatórios de inteligência indicam que grupo extremista tenta criar ‘lobos solitários’ no País para ataques; principal preocupação de autoridades é…
Tremor ocorreu a 10 km de profundidade, há alerta de tsunami. Ainda não há informações sobre danos.
Do G1, em São Paulo Um terremoto de magnitude 7.0 atingiu o Japão nesta sexta-feira (13), informa o serviço geológico americano (USGS). Segundo o serviço, o epicentro do tremor ocorreu às 5h51 de sábado no Japão (18h51 de setxa-feira, pelo horário de Brasília) na costa sul do país, a 159 km da cidade de Makurazaki e a 10 km de profundidade.
A agência meteorológica do Japão emitiu alerta amarelo de tsunami, para ondas de até 1 metro, para a parte ocidental de Cagoxima e das ilhas Satsunan.
Agência italiana avança com a informação A Dabiq, revista francesa associada ao Estado Islâmico, revindicou o ataque que custou a vida a centenas de pessoas esta sexta-feira à noite em Paris, adianta a agência italiana ANSA.
O portal “Site”, que monitora as atividades dos jihadistas na internet, também afirma que o grupo terrorista Estado Islâmico assumiu a autoria dos ataques na noite de hoje em Paris. Até agora, a polícia contabiliza mais de 140 mortos em sete ataques na capital francesa, a maioria na casa de espetáculos Bataclan.
Segundo a diretora do portal, Rita Katz, a revista do Estado Islâmico, a “Dabiq”, escreveu que a França “manda seus ataques aéreos para a Síria diariamente” e que essas ações “matam crianças e idosos”. “Hoje vocês estão bebendo do mesmo cálice”, escreveu a publicação.
Ela ainda informou, por meio de sua conta no Twitter, que há simpatizantes do grupo terrorista “celebrando” a série de ataques. “Fãs do Estado Islâmico celebram os ataques na França com um aviso: 'isso é só o começo … Aguarde até os istishhadis [suicidas] chegarem com seus carros”, postou a diretora do maior portal de monitoramento das atividades jihadistas. Segundo ela, os simpatizantes afirmam: “Lembrem, lembrem esta data, #Paris. Eles nunca vão esquecer este dia, como os americanos não esquecem do 11 de setembro”.
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Cerca de 100 pessoas foram mortas na noite desta sexta-feira na casa de shows Bataclan, no centro de Paris, e outras 40 morreram em outros locais na capital francesa e arredores em um ataque coordenado de militantes, afirmou uma autoridade da prefeitura de Paris.
Criminosos armados e homens-bomba atacaram restaurantes e bares lotados e uma casa de shows nos arredores de Paris na noite de sexta-feira, matando dezenas de pessoas no que o presidente da França, François Hollande, descreveu como um ataque terrorista sem precedentes.
Desespero! Vídeo mostra pessoas tentando fugir da casa de show Bataclan, em Paris, durante ataque terrorista. Algumas vítimas se penduraram nas janelas para se esconder http://r7.com/hWlw#R7#PortalR7
Hollande declarou estado de emergência em todo o país e anunciou o fechamento das fronteiras francesas após a série de ataques.
"É um horror", afirmou Hollande em uma breve declaração em rede nacional de televisão, acrescentando que uma reunião de gabinete foi convocada. Série de ataques coordenados em diversos pontos de Paris deixou pelo menos 128 mortos e 200 feridos na triste noite desta sexta-feira (13).
"O estado de emergência será declarado", disse Hollande. "A segunda medida será o fechamento das fronteiras nacionais", acrescentou. "Nós precisamos garantir que ninguém vai cometer nenhum ato desses e, ao mesmo tempo, garantir que os que cometeram esses crimes serão presos se tentarem deixar o país", disse. Hollande afirmou ainda que pediu reforço militar na área de Paris para garantir que nenhum ataque seja realizado novamente. O Ministério das Relações Exteriores afirmou que os aeroportos do país permanecerão abertos e que as operações de voos e trens serão mantidas. "Os aeroportos continuam funcionando. Voos e serviços de trens estão garantidos", afirmou o ministério em comunicado. Fonte: Msn Notícias
Segunda à Sábado 07:00 às 22:00 Domingos e Feriados 07:00 às 17:00 Na noite desta sexta-feira dia 13 de novembro de 2015), por volta das 23:00, indivíduos tentaram roubar os funcionários do ASSAÍ, jogando pedras e paus nas vítimas. Indivíduos estão praticando roubos no entorno do supermercado ASSAÍ, nas proximidades da BR 222.
Os meliantes jogam pedras nos motociclista na tentativa de derrubá-los e assim perpetrar o assalto.
A Polícia foi acionada, realizou diligências, mas ninguém foi preso.
Plenário aprova resolução para ajudar finanças de estados e municípios 10/11/2015 19:30 Senado põe fim a barreiras para município fazer caixa com venda de dívidas Brasília O Plenário do Senado aprovou ontem à noite, terça-feira, 10 de novembro, o Projeto de Resolução do Senado (PRS) 50/2015, que elimina barreiras às operações de cessão de créditos da dívida ativa de Estados e Municípios. De autoria dos senadores José Serra (PSDB-SP) e Romário (PSB-RJ), a proposta havia sido aprovada cedo na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e foi levada ao Plenário em regime de urgência.
A medida agora aprovada é antiga reivindicação da Confederação Nacional de Municípios (CNM). Os autores argumentam que a legislação atual acabou "criando barreiras inadequadas à operação de cessão de créditos da dívida ativa". Igualaram-se as operações de cessão de créditos às de antecipação de receitas de royalties - "duas ações de natureza completamente distinta". A expectativa é que a mudança impulsione os Entes Federados a vender os créditos para fazer caixa, no momento de dificuldades financeiras.
Por exemplo, um município pode repassar o crédito da dívida de uma pessoa devedora de um tributo para que um banco faça a cobrança por um valor menor (deságio).
A instituição, por sua vez, assumiria o ônus de, com direito ao crédito, realizar a cobrança do devedor. "É pegar o direito de receber e transformar num produto financeiro", explicou o economista Felipe Salto, que assessora o senador José Serra (PSDB-SP), um dos autores da proposta ao lado de Romário (PSB-RJ).
Por se tratar de resolução, atribuição exclusiva do Senado, vai à promulgação imediatamente.
A proposta tem por objetivo corrigir dúvidas que surgiram nesse processo de "venda da dívida" dois meses atrás, a partir da entrada em vigor da Resolução 11. Essa norma, conforme os autores da proposta, criou "barreiras inadequadas" à operação de cessão de créditos da dívida ativa. Nela, foram igualadas as operações de cessão de créditos às de antecipação de receitas de royalties - duas ações de natureza completamente distinta. Antes da Resolução 11 não havia essa dúvida.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), conduziu a sessão plenária desta terça-feira (10) que aprovou o Projeto de Resolução do Senado (PRS) 50/2015, com novas classificações que permitem a estados e municípios maior acesso aos créditos relativos à dívida ativa. O projeto dos senadores José Serra (PSDB-SP) e Romário (PSB-RJ) altera o critério previsto pela Resolução do Senado 11/2015. O PRS aprovado diferencia as operações de cessão de créditos das de antecipação de receitas de royalties e permite desvincular os recursos oriundos das cessões dos direitos creditórios para pagamento de dívida e despesas previdenciárias. O texto também define que a cessão se dará de forma definitiva e o risco associado à operação não caberá a estados ou municípios.
Igualaram-se as operações de cessão de créditos às de antecipação de receitas de royalties – “duas ações de natureza completamente distinta”. A expectativa é que a mudança impulsione os Entes Federados a vender os créditos para fazer caixa, no momento de dificuldades financeiras