Ministério Público do Estado do Ceará deu um importante passo em defesa da educação pública e da transparência na gestão municipal.
Obs.: O concurso foi no ano de 2023. Dois anos completando agora. Foi uma deixadinha da gestão anterior.
Em ofício enviado à Secretaria de Educação de Sobral,
Segundo o documento, expedido no último dia 24 de março de 2025, a discrepância é alarmante: 1.588 professores efetivos contra 1.376 temporários — praticamente um para um. O MP alerta que esse número fere o Plano Municipal de Educação, que determina que 80% do corpo docente deve ser formado por profissionais efetivos, ou seja, concursados.
O grupo de aprovados no Cadastro de Reserva do concurso de 2023 vive a angústia da espera, enquanto assiste a vagas sendo preenchidas por temporários e aposentados lotados com carga horária de 8h. Muitos desses aprovados inclusive já atuam como temporários, o que, segundo eles, reduz ainda mais o impacto financeiro de uma eventual convocação.
“A chamada desses profissionais pode, inclusive, aquecer a economia local. Estamos falando de mais gente empregada e mais dinheiro circulando em Sobral”, afirma um representante do grupo ao Portal @sobralonline
Agora, a Prefeitura terá que justificar publicamente o porquê de manter quase metade do quadro com contratos temporários enquanto há profissionais qualificados, aprovados por mérito, aguardando nomeação.
A mobilização nas redes cresce a cada dia, e a sociedade sobralense acompanha de perto o desdobramento dessa história.
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