Na última quinta-feira (5), a presidente Dilma Rousseff dirigiu ordens declarando ser necessária a presença do exército em Brasilia para garantir segurança.
Na última quinta-feira (5), a presidente Dilma Rousseff dirigiu ordens declarando ser necessária a presença do exército em Brasilia para garantir segurança. Dilma transferiu a competência de comandar o exercito (temporariamente) para o ministro da Defesa
“Se cometemos erros, e isso é possível, vamos superá-los”, disse Dilma na internet.
“A ordem não passou por mim. Não era do meu conhecimento”, afirmou o comandante do exercito em entrevista ao Estadão.
O ministro da Defesa, Aldo Rabelo, também demonstrou surpresa, segundo o jornal, mas afirmou que a presidente não tem interesse de tirar poderes dos militares. Segundo o ministro, a intenção do governo é evitar que a crise aumente com os protestos no Congresso, o que daria tempo para que qualquer erro fosse corrigido.
Ainda de acordo com o jornal, o ministro pode delegar suas “novas incumbências” aos comandantes.
“Há uma preocupação, pois o exercito não tem poder de policia e foi essa a intenção de Dilma. Colocar o exercito contra cidadãos com intuito de criar problema”, afirmou um oficial-general que não se identificou. A decisão de mandar o exército para proteger corruptos do governo atendeu a uma solicitação da secretária-geral do Ministério da Defesa.
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