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quinta-feira, 19 de novembro de 2015
NOTÍCIAS EM DESTAQUES
Telegram fecha 78 canais do Estado Islâmico desde atentados em Paris
Usuários do aplicativo móvel de mensagens encriptadas veiculavam propaganda do grupo
POR CARLOS ALBERTO TEIXEIRA* COM SITES 19/11/2015 15:31 / atualizado 19/11/2015 16:02
Tela de abertura do app Telegram - Reprodução
RIO – O Telegram, aplicativo de mensagens criptograficamente seguras, teve 78 canais bloqueados desde os atendados em Paris. Os canais de divulgação, que abrangiam 12 idiomas, serviam para veicular propaganda para o grupo terrorista Estado Islâmico.
Além do bloqueio dos canais, os responsáveis pelo Telegram melhoraram as ferramentas internas para relatar usos ilegais ou questionáveis do software. A decisão veio depois que o EI divulgou instruções a seus membros sobre como evitar ter suas mensagens interceptadas por ativistas e governos, já que as trocas de textos e arquivos dentro do app são protegidas por uma armadura digital de criptografia.
O Telegram funciona de maneira muito semelhante ao afamado WhatsApp, do Facebook. Tem 60 milhões de usuários, contra 900 milhões do WhatsApp. Porém, o Telegram tem algumas vantagens, sendo uma das principais a possibilidade de responder pontualmente a posts específicos dentro de grupos, além da privacidade das comunicações.
O QUE É O TELEGRAM
Trata-se de um serviço de mensagens instantâneas baseado na nuvem e que tem como características principais a privacidade reforçada e a disponibilidade em diversas plataformas contemplando tanto sistemas móveis quanto desktop — Android, Firefox OS, iOS, Ubuntu Touch e Windows Phone no universo móvel; e Windows, OS X e Linux no universo desktop, com versão para web (para qualquer navegador) e uma específica para Chrome.
O sistema permite troca de mensagens, fotos, áudio, “stickers” (figurinhas estilizadas), vídeos e qualquer tipo de arquivo até o tamanho de 1,5GB. Foi lançado em 14 de agosto de 2013 pelos irmãos russos Pavel e Nikolai Durov, cofundadores da rede social russa VK (VKontakte). No Telegram, o primeiro cuida das finanças e da ideologia, e o segundo, da tecnologia, tendo inventado o protocolo MTProto — seguro e veloz — em que se baseia o software.
Apesar de tanto os irmãos quanto muitos dos desenvolvedores do app serem russos, o Telegram não tem qualquer conexão com a Rússia, nem legal, nem fisicamente. Seu quartel-general fica em Berlim, na Alemanha, onde os irmãos Durov vivem em exílio.
Em 22 de setembro, o app lançou a funcionalidade de canais (channels, em inglês), que permite divulgar comunicados para grandes audiências e que era utilizada pelos integrantes do EI.
REAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS
Pavel Durov, cofundador do Telegram - Reprodução / Facebook - https://goo.gl/hN0AgI
No canal oficial no serviço — o “Telegram News” —, que tem quase 35 mil assinantes, o app informou:
“Ficamos perturbados ao saber que os canais públicos do Telegram estavam sendo usados pelo Estado Islâmico para difundir sua propaganda. Estamos cuidadosamente revisando cada relato enviado a nós pelo e-mail abuse@telegram.org e estamos bloqueando esses canais. Estamos também esta semana introduzindo um modo mais fácil para nossos usuários denunciarem conteúdo público questionável no Telegram”.
Logo depois, o Telegram confirmou que tiraria do ar conteúdo ilegal, mas que tinha compromisso com a liberdade de expressão.
“Por exemplo, se criticar o governo é ilegal em um país, o Telegram não tomará parte em tal censura politicamente motivada, que vai contra os princípios de nossos fundadores. Muito embora, de fato, tenhamos bloqueado bots [robôs de software que atuam na internet] e canais terroristas (por exemplo, do Estado Islâmico), não bloquearemos ninguém que expresse suas opiniões de forma pacífica”.
Segundo o “Telegraph”, no início da semana, o canal “Khilafah News” no Telegram — um dos canais bloqueados —, que supostamente estava alinhado ao EI, divulgou uma lista com cinco dicas para evitar hackeamento. As instruções incluíam usar uma VPN (Virtual Private Network) e evitar mensagens diretas (DM) no Twitter.
Especialistas acreditam que a cobertura na mídia mundial do caso do Telegram ligado ao Estado Islâmico deve causar um aumento no número de usuários do aplicativo.
ESPIONAGEM E INFILTRAÇÃO
O Telegram vem despertando interesse nas comunidades de inteligência tantos dos EUA quanto da Rússia. A esse respeito, o canal "Telegram News" no app divulgou nesta quinta-fera uma fala de Pavel Durov no Facebook a esse respeito: “Minha impressão é que as agências dos EUA têm mais recursos e podem empregar pessoas mais inteligentes [do que as agências russas]. Algumas vezes quando eu estava visitando os Estados Unidos fui abordado por agentes do FBI me fazendo um monte de perguntas óbvias e persistentes. A NSA também tentou secretamente recrutar alguns dos desenvolvedores do Telegram como informantes durante nossa curta visita a San Francisco este ano para participar do Google I/O. Tais atividades invasivas são a razão pela qual não confio em nenhum aplicativo de mensagens encriptadas baseado nos EUA. Se as agências locais são tão ativas mesmo se você passa apenas uma semana no país, imagine como deve ser se você está realmente morando lá o tempo todo. As chances de que sua organização não termine sendo infiltrada por eles são próximas de 0%”.
O site oficial do Telegram é <http://telegram.org>.
* (O repórter utiliza Telegram diariamente e recomenda seu uso)
POR CARLOS ALBERTO TEIXEIRA* COM SITES 19/11/2015 15:31 / atualizado 19/11/2015 16:02
RIO – O Telegram, aplicativo de mensagens criptograficamente seguras, teve 78 canais bloqueados desde os atendados em Paris. Os canais de divulgação, que abrangiam 12 idiomas, serviam para veicular propaganda para o grupo terrorista Estado Islâmico.
Além do bloqueio dos canais, os responsáveis pelo Telegram melhoraram as ferramentas internas para relatar usos ilegais ou questionáveis do software. A decisão veio depois que o EI divulgou instruções a seus membros sobre como evitar ter suas mensagens interceptadas por ativistas e governos, já que as trocas de textos e arquivos dentro do app são protegidas por uma armadura digital de criptografia.
O Telegram funciona de maneira muito semelhante ao afamado WhatsApp, do Facebook. Tem 60 milhões de usuários, contra 900 milhões do WhatsApp. Porém, o Telegram tem algumas vantagens, sendo uma das principais a possibilidade de responder pontualmente a posts específicos dentro de grupos, além da privacidade das comunicações.
O QUE É O TELEGRAM
Trata-se de um serviço de mensagens instantâneas baseado na nuvem e que tem como características principais a privacidade reforçada e a disponibilidade em diversas plataformas contemplando tanto sistemas móveis quanto desktop — Android, Firefox OS, iOS, Ubuntu Touch e Windows Phone no universo móvel; e Windows, OS X e Linux no universo desktop, com versão para web (para qualquer navegador) e uma específica para Chrome.
O sistema permite troca de mensagens, fotos, áudio, “stickers” (figurinhas estilizadas), vídeos e qualquer tipo de arquivo até o tamanho de 1,5GB. Foi lançado em 14 de agosto de 2013 pelos irmãos russos Pavel e Nikolai Durov, cofundadores da rede social russa VK (VKontakte). No Telegram, o primeiro cuida das finanças e da ideologia, e o segundo, da tecnologia, tendo inventado o protocolo MTProto — seguro e veloz — em que se baseia o software.
Apesar de tanto os irmãos quanto muitos dos desenvolvedores do app serem russos, o Telegram não tem qualquer conexão com a Rússia, nem legal, nem fisicamente. Seu quartel-general fica em Berlim, na Alemanha, onde os irmãos Durov vivem em exílio.
Em 22 de setembro, o app lançou a funcionalidade de canais (channels, em inglês), que permite divulgar comunicados para grandes audiências e que era utilizada pelos integrantes do EI.
REAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS
No canal oficial no serviço — o “Telegram News” —, que tem quase 35 mil assinantes, o app informou:
“Ficamos perturbados ao saber que os canais públicos do Telegram estavam sendo usados pelo Estado Islâmico para difundir sua propaganda. Estamos cuidadosamente revisando cada relato enviado a nós pelo e-mail abuse@telegram.org e estamos bloqueando esses canais. Estamos também esta semana introduzindo um modo mais fácil para nossos usuários denunciarem conteúdo público questionável no Telegram”.
Logo depois, o Telegram confirmou que tiraria do ar conteúdo ilegal, mas que tinha compromisso com a liberdade de expressão.
“Por exemplo, se criticar o governo é ilegal em um país, o Telegram não tomará parte em tal censura politicamente motivada, que vai contra os princípios de nossos fundadores. Muito embora, de fato, tenhamos bloqueado bots [robôs de software que atuam na internet] e canais terroristas (por exemplo, do Estado Islâmico), não bloquearemos ninguém que expresse suas opiniões de forma pacífica”.
Segundo o “Telegraph”, no início da semana, o canal “Khilafah News” no Telegram — um dos canais bloqueados —, que supostamente estava alinhado ao EI, divulgou uma lista com cinco dicas para evitar hackeamento. As instruções incluíam usar uma VPN (Virtual Private Network) e evitar mensagens diretas (DM) no Twitter.
Especialistas acreditam que a cobertura na mídia mundial do caso do Telegram ligado ao Estado Islâmico deve causar um aumento no número de usuários do aplicativo.
ESPIONAGEM E INFILTRAÇÃO
O Telegram vem despertando interesse nas comunidades de inteligência tantos dos EUA quanto da Rússia. A esse respeito, o canal "Telegram News" no app divulgou nesta quinta-fera uma fala de Pavel Durov no Facebook a esse respeito: “Minha impressão é que as agências dos EUA têm mais recursos e podem empregar pessoas mais inteligentes [do que as agências russas]. Algumas vezes quando eu estava visitando os Estados Unidos fui abordado por agentes do FBI me fazendo um monte de perguntas óbvias e persistentes. A NSA também tentou secretamente recrutar alguns dos desenvolvedores do Telegram como informantes durante nossa curta visita a San Francisco este ano para participar do Google I/O. Tais atividades invasivas são a razão pela qual não confio em nenhum aplicativo de mensagens encriptadas baseado nos EUA. Se as agências locais são tão ativas mesmo se você passa apenas uma semana no país, imagine como deve ser se você está realmente morando lá o tempo todo. As chances de que sua organização não termine sendo infiltrada por eles são próximas de 0%”.
O site oficial do Telegram é <http://telegram.org>.
* (O repórter utiliza Telegram diariamente e recomenda seu uso)
TERRORISTA CÉREBRO DO ATENTADO DE PARIS É MORTO
Mentor dos atentados de Paris foi morto pela polícia, diz jornal
A notícia foi dada pelo Washington Post, que cita fontes dos serviços de inteligência europeus que teriam confirmado a morte Abdelhamid Abaaoud

A operação policial realiza esta manhã no bairro Saint Denis teria resultado na morte do 'cérebro' dos atentados de Paris na última sexta-feira (13).
A notícia foi dada pelo Washington Post, que cita fontes dos serviços de inteligência europeus que teriam confirmado a morte Abdelhamid Abaaoud na sequência do fogo cruzado entre polícias e terroristas durante a manhã de hoje.
Via NMN
A notícia foi dada pelo Washington Post, que cita fontes dos serviços de inteligência europeus que teriam confirmado a morte Abdelhamid Abaaoud

A operação policial realiza esta manhã no bairro Saint Denis teria resultado na morte do 'cérebro' dos atentados de Paris na última sexta-feira (13).
A notícia foi dada pelo Washington Post, que cita fontes dos serviços de inteligência europeus que teriam confirmado a morte Abdelhamid Abaaoud na sequência do fogo cruzado entre polícias e terroristas durante a manhã de hoje.
Via NMN
CONCURSO GUARDA MUNICIPAL DE SOBRAL 59 VAGAS 2015/16
"PORTARIA N° 155 - 13/11/2015 – SCS Altera a Portaria n° 120 – 30/09/2015 - SCS O SECRETÁRIO DA CIDADANIA E SEGURANÇA, no uso de suas atribuições legais, conforme delegação de competência conferida pelo Art. 1°, Letra g, Inciso IX, da Lei n° 1.196 de 07 de fevereiro de 2013, c/c art.67, inciso I, e art. 68, inciso I, da Lei Orgânica do Município de Sobral/CE, Art. 29, 30 e 31 da Lei n° 038 de 15 de dezembro de 1992 e, CONSIDERANDO a criação de 59 (cinquenta e nove) cargos públicos de provimento efetivo de Guarda de 2ª Classe, por meio da Lei n° 1441, de 10 de março de 2015, e as vagas ociosas em virtude de exonerações a pedido; RESOLVE, CONSTITUIR E NOMEAR a Comissão Organizadora e Coordenadora do Concurso Público para provimento de cargo efetivo de Guarda de 2ª classe, composta pelos servidores FRANCISCO JOSÉ RODRIGUES DA SILVA, matrícula funcional n° 8121; JULIANA GONÇALVES DE ARAÚJO matrícula funcional n° 8379 e ANTONIO ROBSON BEZERRA DE SOUSA, matrícula funcional n° 8350, MAX MULLER DE SOUSA MESQUITA, matrícula funcional n° 0727, para, sob a presidência do primeiro, elaborar edital do concurso, acompanhar o certame licitatório de contratação da empresa e acompanhamento do desenvolvimento dos trabalhos junto à empresa contratada, realizar todos os trâmites administrativos necessários à realização das etapas e fases do concurso, troca de informações e demais providências necessárias à boa realização do concurso, bem como repassar relatório minucioso de todas as fases ao Secretário da Cidadania e Segurança e publicar junto à Imprensa Oficial do Município editais pertinentes até a homologação do resultado final do concurso público."
URNA ELETRÔNICA COM VOTO IMPRESSO
Congresso derruba veto de Dilma ao voto impresso
Medida valerá para as eleições gerais de 2018.
Portal Vox com informações da Agência Câmara
| 18 de novembro de 2015

José Cruz/Agência Brasil
O veto da presidente Dilma Rousseff ao voto impresso para o caso de conferência, previsto no projeto de lei da minirreforma eleitoral (PL 5.735/13), foi derrubado pelos deputados em sessão do Congresso Nacional. Foram 368 deputados contra e 50 a favor do veto.
Ao ser votado pelos senadores, eles mantiveram a decisão dos deputados. Com a derrubada do veto, o texto original será reinserido na Lei 13.165/15, da reforma política.
A matéria prevê o uso do voto impresso nas urnas eleitorais para conferência pelo eleitor, sem contato manual, assim como para posterior auditoria. A regra entrará em vigor nas próximas eleições gerais, em 2018.
Medida valerá para as eleições gerais de 2018.
Portal Vox com informações da Agência Câmara
| 18 de novembro de 2015
José Cruz/Agência Brasil
O veto da presidente Dilma Rousseff ao voto impresso para o caso de conferência, previsto no projeto de lei da minirreforma eleitoral (PL 5.735/13), foi derrubado pelos deputados em sessão do Congresso Nacional. Foram 368 deputados contra e 50 a favor do veto.
Ao ser votado pelos senadores, eles mantiveram a decisão dos deputados. Com a derrubada do veto, o texto original será reinserido na Lei 13.165/15, da reforma política.
A matéria prevê o uso do voto impresso nas urnas eleitorais para conferência pelo eleitor, sem contato manual, assim como para posterior auditoria. A regra entrará em vigor nas próximas eleições gerais, em 2018.
FINANCIAMENTO EMPRESARIAL NAS ELEIÇÕES É DESAPROVADO
Projeto de lei não precisará passar por nova votação no Senado.
Portal Vox com informações da Agência Brasil
| 18 de novembro de 2015

Luis Macedo/Câmara dos Deputados
O plenário do Congresso decidiu manter o veto da presidenta Dilma Rousseff ao projeto de lei da minirreforma eleitoral (PL 5.735/13) quanto ao financiamento empresarial de campanhas eleitorais.
Foram 190 votos a favor, 220 contra e 5 abstenções. Eram necessários 257 votos para derrubar o veto.
Com a manutenção do veto pelos deputados, não haverá necessidade da análise e votação dos senadores.
Portal Vox com informações da Agência Brasil
| 18 de novembro de 2015
Luis Macedo/Câmara dos Deputados
O plenário do Congresso decidiu manter o veto da presidenta Dilma Rousseff ao projeto de lei da minirreforma eleitoral (PL 5.735/13) quanto ao financiamento empresarial de campanhas eleitorais.
Foram 190 votos a favor, 220 contra e 5 abstenções. Eram necessários 257 votos para derrubar o veto.
Com a manutenção do veto pelos deputados, não haverá necessidade da análise e votação dos senadores.
Bolsas assistenciais podem criar uma “casta de acomodados”
Marco Aurélio Mello também criticou a administração da presidente Dilma Rousseff.
Redação Portal Vox 13 de novembro de 2015

Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello criticou, nesta sexta-feira (13), as políticas assistenciais adotadas pelas administrações federais. Segundo ele, as “bolsas” contribuem para o aumento da população e a formação de uma “casta de acomodados”.
“As bolsas acabam provocando um aumento populacional e causam um desequilíbrio ainda maior. Mais do que isso, se não voltamos os olhos para criar oportunidades para os jovens, com as bolsas, acabamos criando uma casta de acomodados”, argumentou, em palestra no Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), em São Paulo.
O ministro também criticou a administração da presidente Dilma Rousseff e disse que é preciso reconhecer que “não há governo” no país.
Redação Portal Vox 13 de novembro de 2015
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello criticou, nesta sexta-feira (13), as políticas assistenciais adotadas pelas administrações federais. Segundo ele, as “bolsas” contribuem para o aumento da população e a formação de uma “casta de acomodados”.
“As bolsas acabam provocando um aumento populacional e causam um desequilíbrio ainda maior. Mais do que isso, se não voltamos os olhos para criar oportunidades para os jovens, com as bolsas, acabamos criando uma casta de acomodados”, argumentou, em palestra no Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), em São Paulo.
O ministro também criticou a administração da presidente Dilma Rousseff e disse que é preciso reconhecer que “não há governo” no país.
DILMA ENTRE OS PODEROSOS BEM ABAIXO
A presidente está à frente da francesa Christine Lagarde, diretora do FMI, mas fica atrás de executivos e empresários como o bilionário chinês Wang Jianlin
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Oriente Médio
Entenda em 10 minutos como nasceu a crise no Oriente Médio, que chegou à França
O que ocorre exatamente na Síria? De onde vêm mais de quatro milhões de refugiados? Foram essas perguntas que incentivaram o grupo #WhyMaps a fazer um vídeo, no começo de outubro, que explica em pouco mais de 10 minutos e 15 mapas a história da Síria e da região, que têm sido o centro das atenções do mundo neste ano, em grande parte graças ao grupo terrorista Estado Islâmico (Isis).
O que ocorre exatamente na Síria? De onde vêm mais de quatro milhões de refugiados? Foram essas perguntas que incentivaram o grupo #WhyMaps a…
FORBES.COM.BR
Em seu primeiro projeto, o Why Maps narra, em espanhol, história do Oriente Médio de forma didática, por meio de mapas. O vídeo vai da Mesopotâmia aos dias de hoje para tentar explicar por que a região é tão importante para o resto do mundo (dica: envolve petróleo) e como a Síria se tornou um país tão conturbado, marcado por conflitos armados, golpes de Estado e guerras civis.
VEJA TAMBÉM: Terroristas podem ter usado um PS4 para planejar os atentados em Paris
Embora tenha sido lançado no dia 8 de outubro, mais de um mês antes dos ataques terroristas à França, na última sexta-feira (13), o vídeo explica como o Estado Islâmico usa um antigo discurso para conseguir seguidores em uma luta contra o “Ocidente”.
SAIBA MAIS: 14 países com mais reatores nucleares em construção
Além disso, o projeto tem um fundo social. Segundo o grupo, “qualquer benefício financeiro que o vídeo possa gerar será destinado à campanha síria Save The Children”.
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Embora tenha sido lançado no dia 8 de outubro, mais de um mês antes dos ataques terroristas à França, na última sexta-feira (13), o vídeo explica como o Estado Islâmico usa um antigo discurso para conseguir seguidores em uma luta contra o “Ocidente”.
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Além disso, o projeto tem um fundo social. Segundo o grupo, “qualquer benefício financeiro que o vídeo possa gerar será destinado à campanha síria Save The Children”.
AEROPORTO DE SOBRAL

Secretária de urbanismo Dra Gizella Gomes, e as engenheiras projetistas da empresa contratada para o elaboração do projeto do NOVO AEROPORTO DE SOBRAL.
Dras Fabiane e Morgana, visitando a área declarada de utilidade pública pelo pref Clodoveu Arruda, para fins de realização do projeto. Até maio do ano que vem, teremos o projeto básico, e logo em seguida o projeto executivo para a realização da licitação do novo equipamento.
Secretária de urbanismo Dra Gizella Gomes, e as engenheiras projetistas da empresa contratada para o elaboração do projeto do NOVO AEROPORTO DE SOBRAL.
Dras Fabiane e Morgana, visitando a área declarada de utilidade pública pelo pref Clodoveu Arruda, para fins de realização do projeto. Até maio do ano que vem, teremos o projeto básico, e logo em seguida o projeto executivo para a realização da licitação do novo equipamento.
MUÇULMANA NO CEARÁ
Ao tentar renovar a carteira nacional de habilitação (CNH), a cearense Camila Lemos, de 29 anos, passou por dificuldades na manhã e tarde desta quarta-feira (18). Muçulmana convertida, ela queria ser fotografada com o véu, segundo instrui sua religião. O acessório cobria a cabeça, o colo e pescoço da mulher. O rosto estava completamente à mostra.

O Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE), no entanto, resistiu aos pedidos da moça, sob o argumento de que ter parte da cabeça coberta ia contra o protocolo. Após a diretoria do órgão analisar o caso, ela conseguiu a emissão da licença, já no fim do dia.
“Cheguei às 9h30min da manhã para renovar a carteira de habilitação. Primeiro, fui no Detran da (avenida) Santos Dumont. Disseram que não podia cobrir a cabeça na foto. Depois me mandaram para cá (sede da Maraponga) e também não estava dando certo”, desabafa a mulher, com dois filhos pequenos. Camila argumentou que suas amigas já tinham tirado foto com véu, sem problemas e questionou a norma do órgão. A espera por uma decisão durou mais de seis horas. Parte da demora, segundo os próprios servidores, ocorreu por ser horário de almoço da diretoria.
O diretor de CNH, Breno Leite, esclarece que não houve discriminação religiosa. Segundo ele, os funcionários apenas seguiram a cartilha do Conselho Nacional de Trânsito (Conatran). De acordo com Breno, os departamentos de trânsito são instruídos a não permitir que os condutores sejam fotografados com quaisquer itens de vestimenta que cubra o rosto ou a cabeça.
“Neste caso, a senhora Camila me mostrou que havia precedentes, como as carteiras de suas amigas. O problema é que temos que seguir as normas que acabam sendo feitas por órgãos que não lidam com essas questões no dia-a-dia. De forma alguma, houve discriminação religiosa, apenas tivemos de seguir o padrão”, explicou Breno.
O diretor disse ainda que casos como esses devem ser submetidos via requerimento à análise especial, que demora pelo menos três dias para ser concluída. Breno lembra que o Estado brasileiro garante liberdade religiosa, portanto, alguns casos, como o de Camila, devem ser analisados à luz da Constituição.
Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Ceará, (OAB-CE), Edimir Martins, faltou “bom senso do Detran”. “É claro que as normas devem ser seguidas, mas já que não cobria o rosto, era uma questão de sensibilidade”, afirma.
Breno prometeu levar o caso ao conselho do órgão para padronizar os atendimentos a casos como o das muçulmanas. Atualmente, passaportes e carteiras de identidade costumam respeitar o uso do véu muçulmano (chamado hijab), contanto que o indivíduo seja facilmente identificado pela fotografia. Elementos como óculos escuros e véus que cobrem todo o rosto não tendem a ser aceitos pelas autoridades brasileiras porque prejudicam a identificação das pessoas.
Nos Estados Unidos e Reino Unido, por exemplo, há entendimento de que homens e mulheres devem ser livres para usar turbantes, véus e outros símbolos religiosos que não atrapalhem a identificação. Outros países, como a França bane o uso desses artigos em lugares como escolas públicas, por exemplo.
O Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE), no entanto, resistiu aos pedidos da moça, sob o argumento de que ter parte da cabeça coberta ia contra o protocolo. Após a diretoria do órgão analisar o caso, ela conseguiu a emissão da licença, já no fim do dia.
“Cheguei às 9h30min da manhã para renovar a carteira de habilitação. Primeiro, fui no Detran da (avenida) Santos Dumont. Disseram que não podia cobrir a cabeça na foto. Depois me mandaram para cá (sede da Maraponga) e também não estava dando certo”, desabafa a mulher, com dois filhos pequenos. Camila argumentou que suas amigas já tinham tirado foto com véu, sem problemas e questionou a norma do órgão. A espera por uma decisão durou mais de seis horas. Parte da demora, segundo os próprios servidores, ocorreu por ser horário de almoço da diretoria.
O diretor de CNH, Breno Leite, esclarece que não houve discriminação religiosa. Segundo ele, os funcionários apenas seguiram a cartilha do Conselho Nacional de Trânsito (Conatran). De acordo com Breno, os departamentos de trânsito são instruídos a não permitir que os condutores sejam fotografados com quaisquer itens de vestimenta que cubra o rosto ou a cabeça.
“Neste caso, a senhora Camila me mostrou que havia precedentes, como as carteiras de suas amigas. O problema é que temos que seguir as normas que acabam sendo feitas por órgãos que não lidam com essas questões no dia-a-dia. De forma alguma, houve discriminação religiosa, apenas tivemos de seguir o padrão”, explicou Breno.
O diretor disse ainda que casos como esses devem ser submetidos via requerimento à análise especial, que demora pelo menos três dias para ser concluída. Breno lembra que o Estado brasileiro garante liberdade religiosa, portanto, alguns casos, como o de Camila, devem ser analisados à luz da Constituição.
Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Ceará, (OAB-CE), Edimir Martins, faltou “bom senso do Detran”. “É claro que as normas devem ser seguidas, mas já que não cobria o rosto, era uma questão de sensibilidade”, afirma.
Breno prometeu levar o caso ao conselho do órgão para padronizar os atendimentos a casos como o das muçulmanas. Atualmente, passaportes e carteiras de identidade costumam respeitar o uso do véu muçulmano (chamado hijab), contanto que o indivíduo seja facilmente identificado pela fotografia. Elementos como óculos escuros e véus que cobrem todo o rosto não tendem a ser aceitos pelas autoridades brasileiras porque prejudicam a identificação das pessoas.
Nos Estados Unidos e Reino Unido, por exemplo, há entendimento de que homens e mulheres devem ser livres para usar turbantes, véus e outros símbolos religiosos que não atrapalhem a identificação. Outros países, como a França bane o uso desses artigos em lugares como escolas públicas, por exemplo.
JUMENTO TEM VALOR
Chineses querem importar do Brasil até 1 milhão de jumentos por ano, diz ministra - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/4412404/chineses-querem-importar-brasil-ate-milhao-jumentos-por-ano-diz
INFOMONEY.COM.BR|POR AGÊNCIA ESTADO
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/4412404/chineses-querem-importar-brasil-ate-milhao-jumentos-por-ano-diz
APOSENTADOS E PENSIONISTAS SEM REAJUSTES
Congresso mantém veto à extensão do reajuste do mínimo
Foi a segunda vitória do governo nesta semana; faltaram 46 votos para derrubar o veto
POR CRISTIANE JUNGBLUT 18/11/2015 15:44 / atualizado 18/11/2015 16:19
Congresso mantém veto à extensão do reajuste do mínimo a todos os aposentados - Ailton de Freitas / Agência O Globo
BRASÍLIA - Em mais uma vitória do governo, o Congresso manteve nesta quarta-feira o veto da presidente Dilma Rousseff à extensão do reajuste do salário mínimo a todos os benefícios do INSS, ou seja, a todos os aposentados e pensionistas. A derrubada deste veto causaria um rombo de R$ 9 bilhões, segundo estimativas do Ministério do Planejamento. Faltaram 46 votos para derrubar o veto. A oposição conseguiu 211 votos, mas são necessários pelo menos 257 votos para derrubar um veto. O veto foi mantido por 160 votos a favor, 211 pela derrubada e 12 abstenções. Como a Câmara manteve o veto, o Senado não precisou votar.
A oposição tentou adiar a sessão para impedir a manutenção do veto e entrou em obstrução e depois votou contra.
O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), ficou irritado com as estratégias da oposição de estender a discussão no plenário sobre um tumulto entre manifestantes que ocupam o gramado em frente ao Congresso. A sessão obteve quorum por volta das 12h30, mas apenas às 14h50 a votação do veto iniciou.
Sobre a discussão do veto, o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), pediu a derrubada do veto.
O presidente do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva (SP), criticou a política do governo para os aposentados.
— É lamentável que os partidos do governo não deem o direito do aposentado ter o salário. O aposentado que já tem seu salário corroído pelos salários — disse Paulinho.
O veto impede que a política de valorização do salário mínimo seja aplicada a todos os aposentados, o que daria ganho real (acima da inflação) aos aposentados que ganham acima do piso previdenciário. A política de valorização do mínimo prevê que o salário seja reajustado com base na inflação e no crescimento da economia (PIB) de dois anos anteriores. Essa fórmula é aplicada ao salário mínimo, que também é o piso do INSS. Para os aposentadores que ganham acima de um salário mínimo, é concedida apenas a inflação (INPC).
Foi a segunda vitória do governo nesta semana; faltaram 46 votos para derrubar o veto
POR CRISTIANE JUNGBLUT 18/11/2015 15:44 / atualizado 18/11/2015 16:19
BRASÍLIA - Em mais uma vitória do governo, o Congresso manteve nesta quarta-feira o veto da presidente Dilma Rousseff à extensão do reajuste do salário mínimo a todos os benefícios do INSS, ou seja, a todos os aposentados e pensionistas. A derrubada deste veto causaria um rombo de R$ 9 bilhões, segundo estimativas do Ministério do Planejamento. Faltaram 46 votos para derrubar o veto. A oposição conseguiu 211 votos, mas são necessários pelo menos 257 votos para derrubar um veto. O veto foi mantido por 160 votos a favor, 211 pela derrubada e 12 abstenções. Como a Câmara manteve o veto, o Senado não precisou votar.
A oposição tentou adiar a sessão para impedir a manutenção do veto e entrou em obstrução e depois votou contra.
O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), ficou irritado com as estratégias da oposição de estender a discussão no plenário sobre um tumulto entre manifestantes que ocupam o gramado em frente ao Congresso. A sessão obteve quorum por volta das 12h30, mas apenas às 14h50 a votação do veto iniciou.
Sobre a discussão do veto, o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), pediu a derrubada do veto.
O presidente do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva (SP), criticou a política do governo para os aposentados.
— É lamentável que os partidos do governo não deem o direito do aposentado ter o salário. O aposentado que já tem seu salário corroído pelos salários — disse Paulinho.
O veto impede que a política de valorização do salário mínimo seja aplicada a todos os aposentados, o que daria ganho real (acima da inflação) aos aposentados que ganham acima do piso previdenciário. A política de valorização do mínimo prevê que o salário seja reajustado com base na inflação e no crescimento da economia (PIB) de dois anos anteriores. Essa fórmula é aplicada ao salário mínimo, que também é o piso do INSS. Para os aposentadores que ganham acima de um salário mínimo, é concedida apenas a inflação (INPC).
Cidades inteligentes são tema de debate no primeiro dia da EmTech Brasil
revolucionam o gerenciamento urbano
Pedro Junqueira e Erin Baumgartner no debate sobre cidades inteligentes, na 1ª edição da EmTech Brasil - Ana Branco
POR SÉRGIO MATSUURA 18/11/2015 12:35 / atualizado 18/11/2015 12:37
RIO - Eles são praticamente invisíveis, ficam escondidos ao olhar desatento, mas cada vez mais diferentes sensores são espalhados pelas cidades. A geolocalização de smartphones ajuda no controle do trânsito; o GPS da frota de ônibus permite racionalizar a distribuição das linhas; e a análise de amostras de esgoto fornece subsídios para políticas de saúde. A cada 36 horas, a Humanidade produz 5 exabytes de informações, o equivalente a toda produção do início da História até o começo do século XXI, e a análise desses dados está provocando uma revolução no gerenciamento urbano.
Inventor de drones domésticos está no Brasil para uma conferência
Prêmio ‘Inovadores com menos de 35 anos’, da MIT Technology Review, recebe inscrições de brasileiros de todas as regiões
‘Queremos fortalecer as relações com instituições brasileiras’, diz vice-presidente do MIT
— Resolver os problemas das cidades não é mais papel exclusivo de engenheiros civis — disse Erin Baumgartner, diretora adjunta do Senseable City Lab, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nesta quarta-feira, primeiro dia da EmTech Brasil 2015, conferência mundial de tecnologias emergentes promovida pela “MIT Technology Review”. — Nós estamos produzindo, coletando e compartilhando quantidades incríveis de dados.
Um dos projetos desenvolvidos no Senseable City Lab pretende reorganizar a frota de táxis em Nova York. Durante um ano, foram capturadas informações de 170 milhões de corridas. Com algoritmos, os pesquisadores descobriram que, em 90% dos casos, as viagens poderiam ser compartilhadas por duas pessoas.
— Se 90% das corridas podem ser compartilhadas, então pode-se diminuir o número de táxis em 45%. Isso teria um impacto significativo no trânsito de Nova York — disse Erin. — Nós mostramos para as pessoas o valor da economia em dólares e milhas percorridas.
Em outro experimento, pequenos transmissores de geolocalização foram incorporados em 3 mil artigos que foram jogados no lixo em Seattle. Dessa forma, os pesquisadores foram capazes de montar um mapa ilustrando o percurso dos rejeitos. Os resultados demonstraram a ineficiência do sistema e a dificuldade no tratamento do lixo eletrônico.
O laboratório liderado por Erin também está fazendo a análise de amostras de esgoto para fornecer informações para programas de saúde.
— Nós podemos analisar padrões de vírus, bactérias e compostos químicos. Podemos rastrear doenças antes de as pessoas apresentarem os sintomas — disse Erin.
Tudo isso está acontecendo em experimentos realizados no MIT, mas a aplicação prática da análise de big data pode ser vista em cidades de todo o mundo, incluindo o Rio de Janeiro. Pedro Junqueira, chefe executivo de Resiliência e Operações da Prefeitura, subiu ao palco da EmTech para mostrar a experiência carioca na gestão urbana inteligente. Entre os exemplos citados por Junqueira está a parceria com o Waze, que possibilita o melhor ordenamento do trânsito com base em informações geradas pelos próprios motoristas.
— O GPS dos ônibus nos permite visualizar em tempo real onde eles trafegam mais rápido e onde a velocidade é zero — disse Junqueira. – Recentemente tivemos uma greve e, pelos monitores, pudemos avaliar se as medidas de proteção de motoristas estavam surtindo efeito.
E, para o futuro próximo, a tendência é a instalação de ainda mais sensores. Erin, do Senseable City Lab, propõe a utilização dos postes de iluminação urbana para esse fim. Apenas nos EUA existem 26 milhões deles. Se cada um coletar dados sobre temperatura, CO2, acústica, campos gravitacionais, movimentação, entre outros, será possível compreender o espaço urbano de forma nunca antes imaginada.
— Nós teremos mapas de microclimas urbanos, escalas de odor, informações que ainda não existem — previu Erin.
POR SÉRGIO MATSUURA 18/11/2015 12:35 / atualizado 18/11/2015 12:37
RIO - Eles são praticamente invisíveis, ficam escondidos ao olhar desatento, mas cada vez mais diferentes sensores são espalhados pelas cidades. A geolocalização de smartphones ajuda no controle do trânsito; o GPS da frota de ônibus permite racionalizar a distribuição das linhas; e a análise de amostras de esgoto fornece subsídios para políticas de saúde. A cada 36 horas, a Humanidade produz 5 exabytes de informações, o equivalente a toda produção do início da História até o começo do século XXI, e a análise desses dados está provocando uma revolução no gerenciamento urbano.
‘Queremos fortalecer as relações com instituições brasileiras’, diz vice-presidente do MIT
— Resolver os problemas das cidades não é mais papel exclusivo de engenheiros civis — disse Erin Baumgartner, diretora adjunta do Senseable City Lab, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nesta quarta-feira, primeiro dia da EmTech Brasil 2015, conferência mundial de tecnologias emergentes promovida pela “MIT Technology Review”. — Nós estamos produzindo, coletando e compartilhando quantidades incríveis de dados.
Um dos projetos desenvolvidos no Senseable City Lab pretende reorganizar a frota de táxis em Nova York. Durante um ano, foram capturadas informações de 170 milhões de corridas. Com algoritmos, os pesquisadores descobriram que, em 90% dos casos, as viagens poderiam ser compartilhadas por duas pessoas.
— Se 90% das corridas podem ser compartilhadas, então pode-se diminuir o número de táxis em 45%. Isso teria um impacto significativo no trânsito de Nova York — disse Erin. — Nós mostramos para as pessoas o valor da economia em dólares e milhas percorridas.
Em outro experimento, pequenos transmissores de geolocalização foram incorporados em 3 mil artigos que foram jogados no lixo em Seattle. Dessa forma, os pesquisadores foram capazes de montar um mapa ilustrando o percurso dos rejeitos. Os resultados demonstraram a ineficiência do sistema e a dificuldade no tratamento do lixo eletrônico.
O laboratório liderado por Erin também está fazendo a análise de amostras de esgoto para fornecer informações para programas de saúde.
— Nós podemos analisar padrões de vírus, bactérias e compostos químicos. Podemos rastrear doenças antes de as pessoas apresentarem os sintomas — disse Erin.
Tudo isso está acontecendo em experimentos realizados no MIT, mas a aplicação prática da análise de big data pode ser vista em cidades de todo o mundo, incluindo o Rio de Janeiro. Pedro Junqueira, chefe executivo de Resiliência e Operações da Prefeitura, subiu ao palco da EmTech para mostrar a experiência carioca na gestão urbana inteligente. Entre os exemplos citados por Junqueira está a parceria com o Waze, que possibilita o melhor ordenamento do trânsito com base em informações geradas pelos próprios motoristas.
— O GPS dos ônibus nos permite visualizar em tempo real onde eles trafegam mais rápido e onde a velocidade é zero — disse Junqueira. – Recentemente tivemos uma greve e, pelos monitores, pudemos avaliar se as medidas de proteção de motoristas estavam surtindo efeito.
E, para o futuro próximo, a tendência é a instalação de ainda mais sensores. Erin, do Senseable City Lab, propõe a utilização dos postes de iluminação urbana para esse fim. Apenas nos EUA existem 26 milhões deles. Se cada um coletar dados sobre temperatura, CO2, acústica, campos gravitacionais, movimentação, entre outros, será possível compreender o espaço urbano de forma nunca antes imaginada.
— Nós teremos mapas de microclimas urbanos, escalas de odor, informações que ainda não existem — previu Erin.
PRÓXIMASensores e big data revolucionam o gerenciamento.
EXÉRCITO DE SOBRE-AVISO
Pela Primeira vez o General correponde ao chamado do cidadão brasileiro e fala de uma intervenção, e contas de outras ações que o exército teve que interferir,…
PENSABRASIL.COM
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terça-feira, 17 de novembro de 2015
ÁGUA PERDIDA NO NNRDESTE
Estudo mostra que região enfrenta a pior seca dos últimos 35 anos e crise hídrica no Brasil é pior do que imaginávamos #R7 #PortalR7
SERRA DA MERUOCA EM DEGRADAÇÃO
É o pouco caso das autoridades, somado a fome pela especulação, das imobiliárias.
Degradação atinge 40% da Serra da Meruoca - Regional - Diário do Nordeste
Últimas e principais notícias, reportagens especiais, sobre economia, política, saúde e cultura dos…
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DIARIODONORDESTE.VERDESMARES.COM.BR
LICENÇA MATERNIDADE

A licença à gestante de 120 dias poderá ser ampliada caso o bebê nasça prematuro. A prorrogação do benefício foi sugerida em proposta de emenda à Constituição (PEC 99/2015) pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) e poderá ser aprovada nesta quarta-feira (18) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
A PEC 99/2015 recebeu parecer favorável da relatora, senadora Simone Tebet (PMDB-MS). A licença à gestante se prolongaria, nessa hipótese, pela quantidade de dias que o recém-nascido passar internado no hospital.
“Consideramos justa e adequada a medida. Não existem estatísticas oficiais referentes à duração média da internação neonatal. Os dados disponíveis, contudo, sugerem que poucos casos demandam internação superior a um mês”, observou Simone no parecer.
De acordo com a justificação da PEC 99/2015, o número de prematuros corresponde a 10% do total de nascimentos. Ao dar mais tempo para a mãe se dedicar aos cuidados de seu bebê prematuro, a iniciativa pretende ampliar a proteção ao recém-nascido em condições de maior fragilidade.
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